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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

'Ele foi ignorante comigo', diz mulher que discutiu com prefeito de Manaus

A discussão com o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, na segunda-feira (21), mudou a vida da doméstica Laudenice Cantalista de Paiva, de 37 anos, que morava em uma área de risco na comunidade Santa Marta.

A confusão começou quando o prefeito visitou a região depois da morte de três pessoas, durante o fim de semana, por causa de um desmoronamento de terra. Em um dos momentos, Laudenice afirma que não tem condição de ter uma moradia digna. Ele responde: “Minha filha, então, morra, morra.” Depois, o prefeito pergunta de onde a moradora é. Ela afirma que é do Pará. “Então, pronto. Tá explicado”, diz o prefeito.

“Eu fui pedir ajuda para o prefeito, quando ele foi visitar o pessoal. Quando eu vi que estava chegando, eu me animei. Pensei que tinha solucionado nosso problema”, disse Laudenice ao G1. “Ele foi ignorante e estúpido comigo. Poxa, isso é preconceito. Eu me senti muito mal depois, até chorei. Eu queria processar para ele me respeitar.”

A doméstica disse que está chateada porque todas as pessoas a reconhecem na rua. “Eu estou numa situação bem difícil, porque quando eu saio na rua o pessoal me xinga. O pessoal aponta para mim na rua e diz ‘lá vem a mulher que brigou com o prefeito’. Eu não estou indo trabalhar, porque agora não tenho mais com quem deixar meus filhos”, disse.

Distância da filha
Laudenice e outros moradores foram retirados da comunidade e encaminhados inicialmente para abrigos. Depois, foram para casas alugadas, que são pagas pela prefeitura. Após passar a noite de segunda em uma igreja, ela foi instalada em um apartamento pequeno na terça-feira (22), com quatro dos sete filhos.

“As duas mais velhas já não moram mais comigo. Tenho uma filha adolescente, de 14 anos, que está com uma tia. Ela não quer ficar comigo aqui, porque está com trauma por esse negócio do prefeito ter me xingado. Ela está triste e tem medo de alguém mandar me matar”, afirmou.

Outro lado
A Prefeitura de Manaus informou que paga aluguel para todas as famílias que são retiradas de área de risco e têm as casas demolidas. O governo informa ainda que não tem informação sobre a intenção da moradora de processar o prefeito.

Seleção Brasileira se prepara para estrear no Sul-Americano Sub-17

O time do técnico, Emerson Ávila, está concentrada na Granja Comary e tenta repetir o feito da Sub-20 e se classificar para o mundial, no México.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Criticas ao prefeito de manaus!

Não é novidade ouvir pelas ruas da cidade de Manaus, críticas sobre o atual prefeito Amazonino Mendes, ou pela má administração ou até mesmo pela sua ignorância com o seu próprio povo. Conhecido no ramo político a muito tempo, mas é nesse seu ultimo mandato que a reprovação do mesmo pelo povo é agravante, quem sabe foi por causa da administração que Manaus passou com o ex-prefeito Serafim Correia,
Que na sua reeleição perdeu por causa das ruas esburacadas (fator que a esquerda usou na campanha eleitoral)... Mas o povo esqueceu que o transporte, viadutos e até mesmo ruas novas eram as principais metas do ex-prefeito, hoje as ruas continuam esburacadas e o pior... O transporte piorou a passagem de ônibus aumentou, e uma das metas do prefeito Amazonino Mendes é acabar com os terminais de ônibus na cidade de Manaus! Incrível como ele atinge apenas o povo que o elegeu, a classe media-baixa e a classe baixa.

Nesse vídeo mostra claramente como ele trata o povo de classe baixa, pessoas que moram em área de risco, e ainda por cima age com ignorância e com preconceito em relação a moradora, que no vídeo diz que veio do Pará.





esse video mostra o respeito que o povo tem com o seu prefeito.


e aqui é o ex-prefeito falando do atual.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Consumação mínima na balada: Prática abusiva?

http://goodlook1.files.wordpress.com/2008/11/balada.jpg


 Você entra na balada, passa horas por lá e consome só duas cervejas. Na hora de pagar, a bomba: R$ 40, sem choro. Com certeza você já passou por essa experiência, porque a consumação mínima é comum em inúmeras baladas. Você é condicionado a pagar determinado preço, independente da existência de consumação ou do valor gasto ser menor que o fixado pela empresa.

Pois fique sabendo, tal prática é abusiva! O CDC (Código de Defesa do Consumidor) proíbe a "venda casada" (art. 39, inciso I), ou seja, o acesso ao estabelecimento não pode ter como requisito a consumação, sob pena de agredir a liberdade de escolha. Você é livre para decidir se está ou não a fim de gastar. Cabe a você o direito de pagar somente o que realmente consumiu.

Por outro lado, é importante observar que não existe nenhuma vedação com relação à cobrança de entrada. Sendo assim, as empresas possuem duas opções: cobrar ingresso ou eliminar a consumação mínima.

Diante desse quadro, surge a pergunta: Se é ilegal, por que a consumação mínima é algo tão comum? A resposta é simples: capitalismo! Infelizmente, o lucro é colocado em primeiro lugar e, para conseguí-lo, os locais fingem desconhecer a lei.

Mas não desanime! Os direitos do consumidor existem para serem colocados em prática e, acima de tudo, respeitados. Uma andorinha só não faz verão, mas vários baladeiros insatisfeitos e unidos podem mandar essa prática bizarra para a sepultura.

Assim, vale observar as seguintes orientações:

1) O ideal é não freqüentar os lugares que desrespeitam o CDC. Caso o consumidor queira entrar, ele pode se recusar a pagar a consumação mínima. Sendo assim, se existir alguma tentativa de cobrança e/ou intimidação por parte dos funcionários (desinformados) ou dos seguranças (brutamontes), a melhor saída é ligar para a polícia, pois o CDC considera crime o comportamento de quem faz afirmação falsa/enganosa sobre produto ou serviço (art. 66).

2) Se você, consumidor, não quiser “armar barraco” e preferir pagar a consumação mínima, depois é possível obter o dobro desse valor que foi pago indevidamente (art. 42 do CDC), pela via administrativa (PROCON) ou judicial (JEC).

3) Denúncias relativas às empresas que não obedecem à lei devem ser encaminhadas ao PROCON, pois elas estão sujeitas à aplicação de diversas sanções administrativas, desde multas até a interdição das atividades (art. 56 do CDC).

Thiago Garcia Ivassaki é advogado. Se você ainda tiver alguma dúvida é só mandar um e-mail pra ele, anota aí: thiagoivassaki@yahoo.com.br