Por vc... hehehe
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 14 de julho de 2011
WII U
Wii U é o novo videogame da Nintendo
Console vem acompanhado de controle com tela sensível a toque, compatível com o Wii
A Nintendo acaba de anunciar o Wii U (pronuncia-se "we you", "nós vocês") na E3 2011. A apresentação se dedicou mais a mostrar o controle - que funciona como um tablet, com tela de 6,2 polegadas sensível ao toque, dois direcionais analógicos, quatro botões de face, quatro de ombro, acelerômetro, câmera, microfone e giroscópio - do que o console em si.
Sabe-se que o Wii U comportará vídeos em alta definição, mas sua mídia não será o Blu-ray. Enquanto a companhia não dá as especificações do videogame - "não estamos falando do console, porque é uma caixa, o especial é o controle", já está dizendo em entrevistas o presidente da Nintendo na América, Reggie Fils-Aime -, fique com as primeiras fotos, ao lado.
Já o vídeo abaixo demonstra as funcionalidades; entre elas navegação pela Internet, desenho, possibilidade de jogar tanto na tela da TV quanto na tela do controle, possibilidade de se tornar uma câmera secundária em games, e a utilização do controle no console anterior da Nintendo, o Wii, cujos acessórios terão compatibilidade com o Wii U.
A lista de games em produção conta com títulos casuais e outros para gamers hardcore: Batman Arkham City, Assassin's Creed, Darksiders 2, Dirt, Aliens: Colonial Marines, Ghost Recon Online, Metro Las Light, Tekken e Ninja Gaiden III.
Console vem acompanhado de controle com tela sensível a toque, compatível com o Wii
A Nintendo acaba de anunciar o Wii U (pronuncia-se "we you", "nós vocês") na E3 2011. A apresentação se dedicou mais a mostrar o controle - que funciona como um tablet, com tela de 6,2 polegadas sensível ao toque, dois direcionais analógicos, quatro botões de face, quatro de ombro, acelerômetro, câmera, microfone e giroscópio - do que o console em si.
Sabe-se que o Wii U comportará vídeos em alta definição, mas sua mídia não será o Blu-ray. Enquanto a companhia não dá as especificações do videogame - "não estamos falando do console, porque é uma caixa, o especial é o controle", já está dizendo em entrevistas o presidente da Nintendo na América, Reggie Fils-Aime -, fique com as primeiras fotos, ao lado.
Já o vídeo abaixo demonstra as funcionalidades; entre elas navegação pela Internet, desenho, possibilidade de jogar tanto na tela da TV quanto na tela do controle, possibilidade de se tornar uma câmera secundária em games, e a utilização do controle no console anterior da Nintendo, o Wii, cujos acessórios terão compatibilidade com o Wii U.
A lista de games em produção conta com títulos casuais e outros para gamers hardcore: Batman Arkham City, Assassin's Creed, Darksiders 2, Dirt, Aliens: Colonial Marines, Ghost Recon Online, Metro Las Light, Tekken e Ninja Gaiden III.
terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Super Mario NESS
pra quem gostava de se divertir com o game.. essa peça é uma otima nostalgia! divirtam-se:
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
NBA 2K11 - Análise Santa Games (Recomendo)
Um dos melhores Jogos de Basquete feitos para PC/XBOX 360/ WII/ PS3/ PSP/ PS2
Muito detalhado e contem atualizações via internet, com isso, faz com que o jogo seja mais realista por se basear no campionato atual! Recomendado.
Os melhores jogos do Wii
Votação 2009 - Fórum [08 de Julho - 22 de Agosto]
"Os Melhores jogos Wii" foi uma iniciativa do FNintendo, onde se pretendeu apurar quais os melhores jogos lançados até meados de 2009 para a consola Nintendo Wii. Esta postagem é para aqueles que querem comprar um jogo do wii, mas tem duvida de saber qual é o melhor. (Lembrem que esses jogos~foram considerados os melhores de 2009, ou seja, hj tem muitos jogos bons, mas claro que esses não podem ser menospresados, mas só para constar, ainda tem NBA que eu acho um maximo, super mario bros wii, e muito mais... deixo eles para a proxima avaliação da FNintendo! abraços e até!
| Super Mario Galaxy | ||
Data de lançamento: 16 de Novembro de 2007 | Editora: Nintendo | Produtora: Nintendo | Género: Plataformas | ||
| The Legend of Zelda: Twilight Princess | ||
Data de lançamento: 19 de Novembro de 2006 | Editora: Nintendo | Produtora: Nintendo | Género: Aventura | ||
Ao contrário de Wind Waker, Twilight Princess adopta uma abordagem realista, com um Link jovem adulto e mais sério. Esta aventura marca também a presença de um Link transformado em lobo em certas zonas de Hyrule, contribuindo assim para o desenrolar de uma história épica. Quando controlamos a versão lobo, a jogabilidade assemelha-se um pouco a Okami, e em vez de termos Issun temos a Midna (uma criatura das trevas) montada nas costas de Link, sendo ela a chave para o desenrolar da história. No entanto a maior parte do jogo decorre numa jogabilidade clássica da série, onde Link utiliza a sua espada para defrontar inimigos, monta na Epona (sua égua) para explorar os diversos e vastos terrenos de Hyrule ou aventurar-se em masmorras. Como não podia deixar de ser, nesta aventura temos acesso a várias masmorras repletas de inimigos e puzzles para resolver. Todas as masmorras são um puzzle gigante em que o objectivo é encontrar um novo "gadget" de forma a prosseguir até ao boss. A nível de jogabilidade usamos o Wii Remote para desferir golpes com a espada, para apontar o arco ou outro "gadget". Existem fases em que temos que defrontar uma orda de inimigos em cima da Epona, outras partes com o Link lobo que mudam bastante a jogabilidade e outras que se foca nos combates corpo a corpo contra inimigos de todos os tamanhos e feitios. Todas as masmorras têm um tema diferente, como por exemplo lava, gelo e água, além de bosses variados. Estamos perante um título variado e profundo onde todos os pormenores contam. A nível gráfico e sonoro o jogo impressiona para os standards da GameCube, mas embora seja muito bonito era possível mais na Wii. Sendo este um jogo GameCube compreende-se esse facto, sendo de esperar que melhorias apareçam na nova aventura feita de raiz para a consola Wii. Twilight Princess é longo, profundo e marcante. Um dos melhores jogos da consola e possivelmente o jogo com um cariz mais épico. |
| Mario Kart Wii | ||
Data de lançamento: 11 de Abril de 2008 | Editora: Nintendo | Produtora: Nintendo | Género: Corridas | ||
| Super Paper Mario | ||
Data de lançamento: 14 de Setembro de 2007 | Editora: Nintendo | Produtora: Intelligent Systems | Género: Plataformas, RPG | ||
Mais do que seguir os standard dos jogos anteriores, Super Paper Mario tentou integrar um novo estilo de jogabilidade ao estilo papel marchê da série. O que estava para ser mais um RPG passou para um jogo com elementos de acção plataformas mantendo certas características de role-play. Um RPG de plataformas por assim dizer. A aventura que esteve planeada para a GameCube aguentou uns tempos em banho-maria e aproveitou o lançamento da Wii para entrar no mercado e mais uma vez a história começa na casa dos irmãos de bigode . A fusão entre elementos 2D e 3D resultou da melhor forma e são muitas as referências subtis a outros jogos da Nintendo que vão encontrar, quer estejam a jogar com Mario, Luigi, Peach ou até mesmo Bowser. |
| Call Of Duty World At War | ||
Data de lançamento: 14 de Novembro de 2008 | Editora: Activision | Produtora: Treyarch | Género: First-Person Shooter | ||
| Madworld | ||
Data de lançamento: 20 de Março de 2009 | Editora: Sega | Produtora: Platinum Games | Género: Acção | ||
Quando Madworld surgiu pela primeira vez a expectativa era grande. O primeiro projecto da Platinum Games prometia quebrar as regras e apresentar-se como um jogo original e divertido. Assim ficámos a conhecer Jack "Just Jack" Cayman, um homem que acaba de entrar num concurso violento onde a sua serra eléctrica retráctil é sem duvida uma grande ajuda. O estilo visual noir e o vermelho sangue a condizer realçam o cariz violento do jogo onde a comédia tem sempre lugar. O mini-jogo "Man Darts" é tão simples como fazer tiro ao alvo, mas com humanos em vez de dardos e um taco de baseball como lançador. Embora a censura tenha obviamente "tapado" algumas cenas mais susceptíveis de ferir a sensibilidade de alguns, não deixa por isso de ser uma dos melhores jogos da Wii para libertar o stress. |
| Another Code R | ||
Data de lançamento: 26 de Junho de 2009 | Editora: Nintendo | Produtora: Cing | Género: Aventura | ||
| Grand Slam Tennis | ||
Data de lançamento: 2 de Julho de 2009 | Editora: Electronic Arts| Produtora: EA Sports | Género: Desporto, Ténis | ||
Desporto sempre teve muitos fãs no mundo das consolas e entre os adeptos da Wii tal volta a acontecer. Aliado a isso, a entrada do MotionPlus a meio deste ano elevou a fasquia do realismo e trouxe consigo um dos mais interessantes jogos de ténis de todos os tempos – Grand Slam Tennis. O uso do Wii MotionPlus é bem conseguido e é o mais próximo que se pode encontrar da experiência 1:1 em jogos de ténis. Nesse campo está acima da concorrência. Pode não ser brilhante em todos os seus aspectos mas a jogabilidade e um bom online (sem friend codes) fazem deste jogo um “pacote” completo. É um jogo com uma abordagem realista e algum grau de dificuldade. Não sendo muito imediato, pode afastar alguns jogadores mas é sem dúvida do melhor que se pode encontrar na Wii dentro deste género. |
| Resident Evil 4: Wii Edition | ||
Data de lançamento: 19 de Junho de 2007 | Editora: Capcom | Produtora: Capcom | Género: Acção, Survival Horror, Third Person Shooter | ||
Tendo sido lançado originalmente na GameCube, teve direito a versões PS2 e PC, mas foi com a chegada da Wii e do seu Wii Remote, que podemos assistir ao lançamento da versão definitiva de Resident Evil 4. Os novos comandos da consola permitem atingir um nível de controlo próximo da perfeição e juntando toda a qualidade característica deste jogo, é com naturalidade que esta versão se assuma como o melhor third-person shooter da Nintendo Wii. |
| Little King's Story | ||
Data de lançamento: 24 de Abril de 2009 | Editora: Rising Star Games | Produtora: Cing | Género: Estratégia | ||
A Town Factory desenvolveu em conjunto com o estúdio Cing, aquele que foi considerado o melhor jogo de estratégia pela comunidade FNintendo. Little King's Story conta-nos a aventura de um pequeno e tímido rapaz chamado Corobo que ao perseguir um grupo de ratos, segue-os até uma misteriosa terra, onde aí encontra uma coroa. Curioso, coloca essa coroa na cabeça e logo descobre que com esse objecto em seu poder consegue persuadir as pessoas e fazer com que elas sigam as suas ordens, sem qualquer excepção. Mas ao ganhar este poder, também ganha responsabilidades. A usar essa coroa, Corobo é assim declarado rei de Alpoko, uma pequena e patética vila. O seu objectivo é fazer com que o seu reino cresça, conquistar outros reinos, defender o seu próprio território e aumentar a fortuna. Mas desenganem-se se pensam que vão cair na repetição. Vão conhecer novas pessoas que vos ajudarão nesta tarefa e, ao avançarem na história, aperceber-se-ão que o vosso objectivo de evoluir o reino já não é o principal. Irão-se deparar com um problema, que terão de resolver. O jogo junta o desafio da estratégia em tempo-real com vários elementos de exploração e aventura e que decerto não vos irá desiludir. |
| Fire Emblem: Radiant Dawn | ||
Data de lançamento: 14 de Março de 2008 | Editora: Nintendo | Produtora: Intelligent Systems | Género: RPG | ||
| Super Smash Bros. Brawl | ||
Data de lançamento: 27 de Junho de 2008 | Editora: Nintendo | Produtora: Sora | Género: Fighter | ||
A terceira entrega da série Super Smash Bros. é um dos jogos que grande parte dos possuidores da consola doméstica da Nintendo já adquiriu, ou pensa fazer. E porquê? Pois, poderíamos estar aqui a explicar o quão soberba é a banda sonora, ou a aventura que o modo Subspace Emissary nos oferece, ou a enorme lista de coleccionáveis, desde troféus a autocolantes, ou até ainda os gráficos que metem grande parte dos jogos Wii a um canto, mas não. Preferimos apenas descrever Super Smash Bros. Brawl como O jogo de luta da consola, que inclui diversão, online e jogabilidade frenética num só disco. Incrível, não? Brawl continua a ser também aquele jogo que faz tardes inteiras com os amigos um momento bem-passado, ou que nos desafia a darmos o nosso melhor em mini-jogos, como por exemplo, o Home-Run Contest. Mais do que um jogo, Brawl é pura diversão. |
| Zack & Wiki: Quest for Barbaros´ Treasure | ||
Data de lançamento: 18 de Janeiro de 2008 | Editora: Capcom | Produtora: Capcom | Género: Puzzles | ||
| No More Heroes | ||
Data de lançamento: 14 de Março de 2008 | Editora: Rising Star Games | Produtora: Grasshopper Manufacture | Género: Acção | ||
Desde cedo No More Heroes destacou-se por ser um jogo polémico, com conceitos estranhos (como por exemplo ir ao WC para fazer save) e únicos. Em No More Heroes entramos no papel de Travis, um sujeito viciado em wrestling que pretende entrar para primeiro numa lista de assassinos. O jogo é composto por missões que normalmente são associadas a um tema, e no final defrontamos o assassino que está a nossa frente no ranking de forma a subirmos ao seu posto. Entre essas missões temos uma cidade para explorar e trabalhos para fazer, já que é preciso pagar a nossa entrada nos combates. A história desenrola-se com um humor sui generis e divertido com uma boa jogabilidade e bom desafio nos bosses. No More Heroes apresenta-se como uma das melhores propostas no género para a Wii. |
| House Of The Dead Overkill | ||
Data de lançamento: 13 de Fevereiro de 2009 | Editora: Sega | Produtora: Headstrong Games | Género: Rail-Shooter | ||
| Guitar Hero III: Legends of Rock | ||
Data de lançamento: 28 de Outubro de 2007 | Editora: Activision | Produtora: Vicarious Visions | Género: Simulador Musica | ||
Guitar Hero tornou-se num fenómeno de massas em todas as consolas, sendo possível jogar a solo ou em grupo usando uma guitarra de plástico para tocar as "notas" que aparecem no ecrã. Este foi o primeiro Guitar Hero que a Wii recebeu. Guitarra única e online são algumas das boas novidades. O jogo conta com uma banda sonora de fazer inveja as melhores compilações musicais e foi isso mesmo, aliado a sua jogabilidade única, que determinou o seu grande sucesso na Wii. |
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Salvar o planeta do aquecimento global é desafio de novo jogo de videogame
O administrador do planeta poderá, por exemplo, proibir o desmatamento da floresta amazônica, impor a eletricidade nos transportes públicos na Europa ou generalizar a política do filho único por família em toda a Ásia.
[ i ] Fate of the World é o nome original do jogo. Foto: Reprodução
Oxford - Dirigir um carro de Fórmula 1 ou tocar em uma banda é algo comum para os fãs de videogames. Agora, eles poderão superar um desafio bastante diferente: salvar a Terra dos efeitos do aquecimento global, em um jogo que usa como base dados científicos.
"O jogador pode comandar o planeta durante 200 anos, e pode salvá-lo ou destruí-lo em função das políticas ecológicas, econômicas e sociais aplicadas", resume o criador do jogo, o britânico Gobion Rowlands.
O jogador é nomeado diretor da Organização Internacional Ecológica (OIE), e tem nas mãos "O destino do mundo" (nome do jogo).
O administrador do planeta poderá, por exemplo, proibir o desmatamento da floresta amazônica, impor a eletricidade nos transportes públicos na Europa ou generalizar a política do filho único por família em toda a Ásia.
No entanto, terá que levar em conta todos os parâmetros: se decidir reduzir a natalidade para proteger os recursos naturais, a mão de obra pode escassear, a idade mínima para a aposentadoria pode ser aumentada para 80 anos e a população pode se rebelar contra a organização.
O jogador pode ver o impacto de suas decisões por etapas de cinco anos: o orangotango protegido sai da lista de espécies em extinção, a temperatura da Terra diminui em um grau ou parte da Europa fica inundada, enquanto a guerra causa estragos na África devido às colheitas fracas.
"As pessoas aprenderão sobre o assunto tanto destruindo o mundo como salvando-o", estimou Gobion Rowlands, de 35 anos, que preside a sociedade de videogames Red Redemption.
"O Destino do mundo" foi concebido a partir de projeções científicas, econômicas e demográficas da Nasa, das Nações Unidas e até da Universidade de Oxford.
"O jogo nos permite experimentar o tipo de decisões que poderemos enfrentar em breve, e ver que as respostas não são fáceis", afirmou Myles Allen, especialista em aquecimento global da Universidade de Oxford.
Apesar dos gráficos pouco sofisticados, o jogo pedagógico, que se diferencia dos videogames tradicionais, frequentemente muito violentos, foi bem recebido por organizações de defesa do meio ambiente, que se associaram ao projeto.
Uma versão Beta do jogo já está disponível na Internet, e a definitiva será lançada em inglês no começo de fevereiro.
"O jogador pode comandar o planeta durante 200 anos, e pode salvá-lo ou destruí-lo em função das políticas ecológicas, econômicas e sociais aplicadas", resume o criador do jogo, o britânico Gobion Rowlands.
O jogador é nomeado diretor da Organização Internacional Ecológica (OIE), e tem nas mãos "O destino do mundo" (nome do jogo).
O administrador do planeta poderá, por exemplo, proibir o desmatamento da floresta amazônica, impor a eletricidade nos transportes públicos na Europa ou generalizar a política do filho único por família em toda a Ásia.
No entanto, terá que levar em conta todos os parâmetros: se decidir reduzir a natalidade para proteger os recursos naturais, a mão de obra pode escassear, a idade mínima para a aposentadoria pode ser aumentada para 80 anos e a população pode se rebelar contra a organização.
O jogador pode ver o impacto de suas decisões por etapas de cinco anos: o orangotango protegido sai da lista de espécies em extinção, a temperatura da Terra diminui em um grau ou parte da Europa fica inundada, enquanto a guerra causa estragos na África devido às colheitas fracas.
"As pessoas aprenderão sobre o assunto tanto destruindo o mundo como salvando-o", estimou Gobion Rowlands, de 35 anos, que preside a sociedade de videogames Red Redemption.
"O Destino do mundo" foi concebido a partir de projeções científicas, econômicas e demográficas da Nasa, das Nações Unidas e até da Universidade de Oxford.
"O jogo nos permite experimentar o tipo de decisões que poderemos enfrentar em breve, e ver que as respostas não são fáceis", afirmou Myles Allen, especialista em aquecimento global da Universidade de Oxford.
Apesar dos gráficos pouco sofisticados, o jogo pedagógico, que se diferencia dos videogames tradicionais, frequentemente muito violentos, foi bem recebido por organizações de defesa do meio ambiente, que se associaram ao projeto.
Uma versão Beta do jogo já está disponível na Internet, e a definitiva será lançada em inglês no começo de fevereiro.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Xbox 360 na frente!
Kinect chega ao Brasil dia 18 de novembro, por R$ 599
Aparelho exclusivo do Xbox 360 oferece aos jogadores uma nova maneira de encarar os videogames: agora sem botões
Depois de três anos de trabalho, a Microsoft anunciou nesta quinta-feira (4), em coletiva de imprensa na cidade de São Paulo, o lançamento do aguardado periférico para o mercado brasileiro de games. Com lançamento simultâneo em todo o mundo, o Kinect chega às prateleiras no dia 18 de novembro, por R$ 599,00, e já virá com um jogo, o "Kinect Adventures". No exterior o aparelho tem o valor de US$ 149,90.
O brasileiro Alex Kipman, criador do Kinect, veio ao Brasil e esteve presente na coletiva para testar o produto. "Escolhi vir ao Brasil neste dia porque o Kinect é brasileiro, quando pensei em seu conceito eu estava aqui", declarou Alex.
O Kinect representa uma maneira inovadora de jogar videogame na qual "você é o controle" e traz diversas opções de jogos para os brasileiros se divertirem com toda a família. "O objetivo do Kinect é fazer com que a tecnologia nos entenda, e não que nós tenhamos que entendê-la. A tecnologia existe para nos servir, e não para nós a servimos", explicou Alex Kipman relacionando com o excesso de botões apresentados nos videogames atuais que se diferencia da proposta simples do Kinect.
Nitidamente destinado ao público casual, o que inclui crianças, jovens pouco adeptos aos videogames e idosos propensos a gastar energia, os jogos não tem a mesma pegada de "Halo" ou "Gears of War", mas conseguem ser naturalmente divertidos mesmo assim.
Parecido com o que vimos no filme "Minority Report", basta passar na frente do sensor para que o Kinect reconheça e responda aos gestos e a cada movimento do corpo do jogador, sem a necessidade de um controle, transformando o modo de jogar e se divertir com familiares e amigos. O produto traz a liberdade de jogar da maneira que o usuário deseja, inclusive, identificando quando ele pula, agacha e gira.
O Kinect veio para quebrar barreiras da tecnologia, e nos inserir no mundo da ficção científica combinado a uma experiência real. E não precisa ter medo: ele realmente funciona!
A seguir você confere os jogos já disponíveis para o Kinect:
Mais de quinze jogos desenvolvidos pelos artistas mais talentosos da indústria estarão disponíveis para os usuários de Kinect em todo o mundo. No Brasil, quatro games serão lançados este ano por R$ 149,00 no varejo:
"Kinectimals": Memórias da primeira viagem ao jardim zoológico vêem à tona quando um filhote de tigre de Bengala de olhos arregalados e colegas brincando aparecem na tela.
O "Kinectimals" convida crianças, pais e amantes de animais de todas as idades para construir amizades duradouras com algumas das criaturas mais exóticas do mundo. Assim como animais de estimação reais, o seu "Kinectimals" virá correndo quando ouvir sua voz, responderá a comandos como "Pula", "Rola" e "Finge de morto", e irá ronronar de alegria quando você acariciá-los atrás das orelhas.
Mais de quinze jogos desenvolvidos pelos artistas mais talentosos da indústria estarão disponíveis para os usuários de Kinect em todo o mundo. No Brasil, quatro games serão lançados este ano por R$ 149,00 no varejo:
O "Kinectimals" convida crianças, pais e amantes de animais de todas as idades para construir amizades duradouras com algumas das criaturas mais exóticas do mundo. Assim como animais de estimação reais, o seu "Kinectimals" virá correndo quando ouvir sua voz, responderá a comandos como "Pula", "Rola" e "Finge de morto", e irá ronronar de alegria quando você acariciá-los atrás das orelhas.
"Dance Central": O primeiro game de dança, de corpo inteiro, sem controle, para novatos e experientes realizarem coreografias livres de suas músicas preferidas.
"Kinect Sports": Transforme a sala em um estádio, uma pista de boliche, um campo de futebol, uma arena ou pista, e torne-se um astro do esporte. O "Kinect Sports" oferece opções de jogar futebol, vôlei de praia, boliche, tênis de mesa, atletismo e boxe.
Plataforma: _Xbox 360_
Será se eu compro um Xbox 360?
Rede de games on-line Xbox Live chega ao Brasil por R$ 15 ao mês
Serviço estreia dia 10 e terá migração de contas de brasileiros.
Jogadores poderão comprar cartões pré-pagos em lojas.
A rede Xbox Live, que permite que usuários realizem partidas contra outros jogadores por meio da internet, conversem por meio de áudio e de vídeo e comprem jogos e expansões de títulos, finalmente chegou ao Brasil. A novidade no país é que todos os brasileiros que assinaram a Live nos EUA poderão migrar totalmente suas contas para a rede brasileira, que tem estreia marcada para o dia 10 de novembro.
“Quem tem hoje uma conta americana não vai perder nada para ter uma conta brasileira”, afirma Guilherme Camargo, gerente de marketing do Xbox 360 da Microsoft Brasil. “A migração é importante para nós, pois existem muitos brasileiros jogando em uma conta americana, e, por isso, não fazemos parte de uma unidade de negócios, de uma comunidade oficial. Esta é a oportunidade de montarmos nossa comunidade”.
Para ter acesso à Xbox Live no Brasil e jogar games on-line, o dono do Xbox 360 precisa pagar uma mensalidade. Feita por meio de um console conectado à internet, a assinatura é paga com cartão de crédito e os preços são R$ 15 para um mês de acesso, R$ 40 por três meses e R$ 90 por um ano. Quem preferir pode adquirir um cartão do serviço Live em revendas oficiais da Microsoft que traz valores de mensalidade de R$ 55 para três meses e R$ 130 para 12 meses.
(Foto: Reprodução)
Camargo explica que, inicialmente, a preocupação da Microsoft Brasil é com a experiência de jogo, evitando “lags”, ou seja, atraso na velocidade da internet que possa comprometer a experiência dos games. “Já fizemos reuniões com as empresas de telecomunicações e estamos realizando testes internos para garantir a qualidade”, disse.
“Logo no início da Live brasileira teremos todos os jogos da seção de ‘Games On Demand’ [jogos sob demanda, que são títulos adquiridos por meio digital], ‘add-ons’ [expansões para os jogos] e game da Live Arcade [títulos mais simples e mais baratos comprados via download] e o objetivo é aumentar esse portfólio com o tempo. Estamos conversando com as publicadoras para que levem seus jogos para a classificação indicativa do Ministério da Justiça para podermos disponibilizar os jogos.
A migração de contas da Xbox Live, de acordo com o executivo, será algo natural e fácil. Ela poderá ser feita tanto da rede do console quanto pelo site oficial. “Teremos guias para explicar o processo e o usuário tem o centro de suporte que dará total apoio”, diz Camargo. “A Xbox Live é uma constante evolução. O primeiro passo de colocar o serviço no ar focando no DNA do Xbox Live, que são games. Temos parcerias que estão sendo estudadas. Queremos trazer os brasileiros para dentro de casa, proporcionar boa experiência na parte de jogos e trazer mais títulos nos próximos anos.”
Diferente da rede americana
A Xbox Live desembarcará no Brasil com algumas diferenças em relação à rede disponível para os jogadores americanos. Nem todos os serviços estarão disponíveis, como o de aluguel e compra de filmes via download.
Nos EUA, pacotes de 4 mil pontos, por exemplo, custam US$ 50. Há jogos simples vendidos por 400 pontos, ou US$ 5. No Brasil, o usuário gastará o mesmo número de pontos para adquirir os jogos. Entretanto, poderá haver um bloqueio de região por conta dos cartões, impedindo que um usuário compre um nos EUA e fazendo com que ele funcione no Brasil. Isso, segundo Guilherme Camargo, gerente de marketing da Microsoft Brasil, já acontece em outras regiões do globo com a Live.
Se os americanos já podem alugar e comprar filmes por download na Live, os brasileiros terão de esperar para ter acesso a um serviço semelhante. A loja americana não estará disponível no Brasil, mas a Microsoft diz que já está negociando com produtoras e distribuidoras de filmes e seriados no país para criar uma versão nacional do serviço.
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