Wii U é o novo videogame da Nintendo
Console vem acompanhado de controle com tela sensível a toque, compatível com o Wii
A Nintendo acaba de anunciar o Wii U (pronuncia-se "we you", "nós vocês") na E3 2011. A apresentação se dedicou mais a mostrar o controle - que funciona como um tablet, com tela de 6,2 polegadas sensível ao toque, dois direcionais analógicos, quatro botões de face, quatro de ombro, acelerômetro, câmera, microfone e giroscópio - do que o console em si.
Sabe-se que o Wii U comportará vídeos em alta definição, mas sua mídia não será o Blu-ray. Enquanto a companhia não dá as especificações do videogame - "não estamos falando do console, porque é uma caixa, o especial é o controle", já está dizendo em entrevistas o presidente da Nintendo na América, Reggie Fils-Aime -, fique com as primeiras fotos, ao lado.
Já o vídeo abaixo demonstra as funcionalidades; entre elas navegação pela Internet, desenho, possibilidade de jogar tanto na tela da TV quanto na tela do controle, possibilidade de se tornar uma câmera secundária em games, e a utilização do controle no console anterior da Nintendo, o Wii, cujos acessórios terão compatibilidade com o Wii U.
A lista de games em produção conta com títulos casuais e outros para gamers hardcore: Batman Arkham City, Assassin's Creed, Darksiders 2, Dirt, Aliens: Colonial Marines, Ghost Recon Online, Metro Las Light, Tekken e Ninja Gaiden III.
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Ovni na Amazonia!?
Isso não é novidade aqui no pulmão do mundo (Amazônia), desde as décadas de 80 a 90, relatos de luzes e naves, com alta velocidade cruzando o céu, vem amedrontando o povo que mora na região, muitos chegaram a dizer que eram apenas relatos falsários de pessoas que queriam aparecer na mídia, outros acreditam com veemência na existência de algo sobrenatural.
Para quem acompanha os jornais, já devem ter ouvido falar de novos relatos acontecendo na redondeza do Acre e Amazônia, MAS! Com a inclusão digital, proposta pela presidência, os relatos param de ser apenas boca-a-boca e agora vai para os famosos sites de vídeos e sites de relacionamentos muito rápido! ao ponto de fazer alvoroço em pessoas que acreditam em tudo que as pessoas botam na internet.
Esta reportagem foi feita pelo jornal local da região.
Tirada da torre Eduardo Gomes, o aeroporto de manaus, trecho de uma conversa entre o locutor da torre e o piloto da gol.
Tirem suas conclusões... Como o repórter falou no primeiro vídeo: queremos apenas uma explicação lógica para que os nosso conterrâneos não fiquem amedrontados por desconhecer.
(Se eu não me engano saiu no jornal da tarde (rede globo) sobre o ocorrido, mas sem sensacionalismo apenas foi citado umas luzes estranhas na redondeza da cidade Cruzeiro do Sul) A mídia não se envolve tanto, pois sabe que esse assunto é bastante polemico e caso não haja um baseamento teórico pode perder a credibilidade da emissora. (E é uma pena, pois isso era para ser divulgado para o resto do mundo.)
Para quem acompanha os jornais, já devem ter ouvido falar de novos relatos acontecendo na redondeza do Acre e Amazônia, MAS! Com a inclusão digital, proposta pela presidência, os relatos param de ser apenas boca-a-boca e agora vai para os famosos sites de vídeos e sites de relacionamentos muito rápido! ao ponto de fazer alvoroço em pessoas que acreditam em tudo que as pessoas botam na internet.
Esta reportagem foi feita pelo jornal local da região.
Tirada da torre Eduardo Gomes, o aeroporto de manaus, trecho de uma conversa entre o locutor da torre e o piloto da gol.
Tirem suas conclusões... Como o repórter falou no primeiro vídeo: queremos apenas uma explicação lógica para que os nosso conterrâneos não fiquem amedrontados por desconhecer.
(Se eu não me engano saiu no jornal da tarde (rede globo) sobre o ocorrido, mas sem sensacionalismo apenas foi citado umas luzes estranhas na redondeza da cidade Cruzeiro do Sul) A mídia não se envolve tanto, pois sabe que esse assunto é bastante polemico e caso não haja um baseamento teórico pode perder a credibilidade da emissora. (E é uma pena, pois isso era para ser divulgado para o resto do mundo.)
terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
'Ele foi ignorante comigo', diz mulher que discutiu com prefeito de Manaus
A discussão com o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, na segunda-feira (21), mudou a vida da doméstica Laudenice Cantalista de Paiva, de 37 anos, que morava em uma área de risco na comunidade Santa Marta.
A confusão começou quando o prefeito visitou a região depois da morte de três pessoas, durante o fim de semana, por causa de um desmoronamento de terra. Em um dos momentos, Laudenice afirma que não tem condição de ter uma moradia digna. Ele responde: “Minha filha, então, morra, morra.” Depois, o prefeito pergunta de onde a moradora é. Ela afirma que é do Pará. “Então, pronto. Tá explicado”, diz o prefeito.
“Eu fui pedir ajuda para o prefeito, quando ele foi visitar o pessoal. Quando eu vi que estava chegando, eu me animei. Pensei que tinha solucionado nosso problema”, disse Laudenice ao G1. “Ele foi ignorante e estúpido comigo. Poxa, isso é preconceito. Eu me senti muito mal depois, até chorei. Eu queria processar para ele me respeitar.”
A doméstica disse que está chateada porque todas as pessoas a reconhecem na rua. “Eu estou numa situação bem difícil, porque quando eu saio na rua o pessoal me xinga. O pessoal aponta para mim na rua e diz ‘lá vem a mulher que brigou com o prefeito’. Eu não estou indo trabalhar, porque agora não tenho mais com quem deixar meus filhos”, disse.
Distância da filha
Laudenice e outros moradores foram retirados da comunidade e encaminhados inicialmente para abrigos. Depois, foram para casas alugadas, que são pagas pela prefeitura. Após passar a noite de segunda em uma igreja, ela foi instalada em um apartamento pequeno na terça-feira (22), com quatro dos sete filhos.
“As duas mais velhas já não moram mais comigo. Tenho uma filha adolescente, de 14 anos, que está com uma tia. Ela não quer ficar comigo aqui, porque está com trauma por esse negócio do prefeito ter me xingado. Ela está triste e tem medo de alguém mandar me matar”, afirmou.
Outro lado
A Prefeitura de Manaus informou que paga aluguel para todas as famílias que são retiradas de área de risco e têm as casas demolidas. O governo informa ainda que não tem informação sobre a intenção da moradora de processar o prefeito.
A confusão começou quando o prefeito visitou a região depois da morte de três pessoas, durante o fim de semana, por causa de um desmoronamento de terra. Em um dos momentos, Laudenice afirma que não tem condição de ter uma moradia digna. Ele responde: “Minha filha, então, morra, morra.” Depois, o prefeito pergunta de onde a moradora é. Ela afirma que é do Pará. “Então, pronto. Tá explicado”, diz o prefeito.
“Eu fui pedir ajuda para o prefeito, quando ele foi visitar o pessoal. Quando eu vi que estava chegando, eu me animei. Pensei que tinha solucionado nosso problema”, disse Laudenice ao G1. “Ele foi ignorante e estúpido comigo. Poxa, isso é preconceito. Eu me senti muito mal depois, até chorei. Eu queria processar para ele me respeitar.”
A doméstica disse que está chateada porque todas as pessoas a reconhecem na rua. “Eu estou numa situação bem difícil, porque quando eu saio na rua o pessoal me xinga. O pessoal aponta para mim na rua e diz ‘lá vem a mulher que brigou com o prefeito’. Eu não estou indo trabalhar, porque agora não tenho mais com quem deixar meus filhos”, disse.
Distância da filha
Laudenice e outros moradores foram retirados da comunidade e encaminhados inicialmente para abrigos. Depois, foram para casas alugadas, que são pagas pela prefeitura. Após passar a noite de segunda em uma igreja, ela foi instalada em um apartamento pequeno na terça-feira (22), com quatro dos sete filhos.
“As duas mais velhas já não moram mais comigo. Tenho uma filha adolescente, de 14 anos, que está com uma tia. Ela não quer ficar comigo aqui, porque está com trauma por esse negócio do prefeito ter me xingado. Ela está triste e tem medo de alguém mandar me matar”, afirmou.
Outro lado
A Prefeitura de Manaus informou que paga aluguel para todas as famílias que são retiradas de área de risco e têm as casas demolidas. O governo informa ainda que não tem informação sobre a intenção da moradora de processar o prefeito.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Empregado receberá indenização de 40 mil por perda de dedo
Um empregado da Santa Tereza Industrial Ltda. que perdeu o dedo polegar e teve sequelas no anelar, pelo incorreto manuseio de equipamento denominado ‘prensa viradeira’ receberá indenização por danos morais e materiais.
A decisão foi da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho que restabeleceu a sentença e manteve a condenação por danos materiais no valor de 40 mil reais. Contratado para a função de serviços gerais em fevereiro/2003, após três meses de trabalho a empresa atribuiu ao empregado outras atividades, em especial a de ajudante de produção.
Em agosto foi colocado para trabalhar com o equipamento denominado ‘prensa viradeira’ – mecanismo que pela alta periculosidade exige treinamento, orientação e acompanhamento na fase de adaptação, mas a nenhum treinamento fora submetido. Com cinco minutos de operação do equipamento, o empregado acidentou-se, o que lhe resultou grave lesão com o esmagamento dos dedos anelar e mínimo esquerdo, sendo inevitável a amputação, o que o levou a entrar em gozo de licença médica, com percepção do benefício de auxílio-acidente e a consequente suspensão do contrato de trabalho.
Na ação de indenização por acidente de trabalho, o empregado alegou a negligência da Santa Tereza pela ausência de equipamentos de segurança. Requereu R$ 50 mil por danos estéticos, R$ 50 mil por danos morais e R$ 129 mil por danos materiais (valor que levou em conta a longevidade média do trabalhador brasileiro, subtraída de sua idade atual e pensão vitalícia para compensar a redução de sua capacidade laborativa).
Resguardada na perícia do equipamento, a 19ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte concluiu pela culpa da Santa Tereza para condená-la a pagar indenização ao empregado por danos materiais no valor de 40 mil reais e danos morais e estéticos de 20 mil reais.
A Santa Tereza recorreu ao TRT mineiro (3ª Região). Disse ser do empregado a culpa pelo acidente, que por descuido e imprudência colocou a mão na linha de operação da máquina, a qual era de fácil manuseio e somente entra em funcionamento com a ordem do operador ao acionar o pedal. Argumentou, ainda, cumprir com as normas de segurança no trabalho, cursos de capacitação, com treinamento teórico e prático e fornecer os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).
O Regional também concluiu pela culpa da empresa com base no laudo pericial – o acidente foi ocasionado por prensa viradeira, que não dispunha de dispositivos de proteção apropriados para impedir que as mãos ou qualquer outra parte do corpo do trabalhador atingisse a área de punção da matriz - e pelo testemunho de um colega que estava ao lado do empregado e presenciou o acidente.
O TRT, porém, excluiu da condenação a indenização por danos materiais, por considerar parcial a redução da capacidade de trabalho do empregado, que continuou prestando serviços na empresa. Para o relator na Turma, ministro Augusto César Leite de Carvalho, a partir da conclusão do Regional - da caracterização de culpa da empresa, que não tomou as precauções devidas para evitar a ocorrência de danos irreversíveis a seus empregados - o pedido do trabalhador está respaldado pelo artigo 950 do novo Código Civil. “Considerada a perda parcial da capacidade laborativa e a responsabilidade da empregadora (...) devida é a indenização por danos materiais postulada, deferida na origem”.
A decisão foi da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho que restabeleceu a sentença e manteve a condenação por danos materiais no valor de 40 mil reais. Contratado para a função de serviços gerais em fevereiro/2003, após três meses de trabalho a empresa atribuiu ao empregado outras atividades, em especial a de ajudante de produção.
Em agosto foi colocado para trabalhar com o equipamento denominado ‘prensa viradeira’ – mecanismo que pela alta periculosidade exige treinamento, orientação e acompanhamento na fase de adaptação, mas a nenhum treinamento fora submetido. Com cinco minutos de operação do equipamento, o empregado acidentou-se, o que lhe resultou grave lesão com o esmagamento dos dedos anelar e mínimo esquerdo, sendo inevitável a amputação, o que o levou a entrar em gozo de licença médica, com percepção do benefício de auxílio-acidente e a consequente suspensão do contrato de trabalho.
Na ação de indenização por acidente de trabalho, o empregado alegou a negligência da Santa Tereza pela ausência de equipamentos de segurança. Requereu R$ 50 mil por danos estéticos, R$ 50 mil por danos morais e R$ 129 mil por danos materiais (valor que levou em conta a longevidade média do trabalhador brasileiro, subtraída de sua idade atual e pensão vitalícia para compensar a redução de sua capacidade laborativa).
Resguardada na perícia do equipamento, a 19ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte concluiu pela culpa da Santa Tereza para condená-la a pagar indenização ao empregado por danos materiais no valor de 40 mil reais e danos morais e estéticos de 20 mil reais.
A Santa Tereza recorreu ao TRT mineiro (3ª Região). Disse ser do empregado a culpa pelo acidente, que por descuido e imprudência colocou a mão na linha de operação da máquina, a qual era de fácil manuseio e somente entra em funcionamento com a ordem do operador ao acionar o pedal. Argumentou, ainda, cumprir com as normas de segurança no trabalho, cursos de capacitação, com treinamento teórico e prático e fornecer os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).
O Regional também concluiu pela culpa da empresa com base no laudo pericial – o acidente foi ocasionado por prensa viradeira, que não dispunha de dispositivos de proteção apropriados para impedir que as mãos ou qualquer outra parte do corpo do trabalhador atingisse a área de punção da matriz - e pelo testemunho de um colega que estava ao lado do empregado e presenciou o acidente.
O TRT, porém, excluiu da condenação a indenização por danos materiais, por considerar parcial a redução da capacidade de trabalho do empregado, que continuou prestando serviços na empresa. Para o relator na Turma, ministro Augusto César Leite de Carvalho, a partir da conclusão do Regional - da caracterização de culpa da empresa, que não tomou as precauções devidas para evitar a ocorrência de danos irreversíveis a seus empregados - o pedido do trabalhador está respaldado pelo artigo 950 do novo Código Civil. “Considerada a perda parcial da capacidade laborativa e a responsabilidade da empregadora (...) devida é a indenização por danos materiais postulada, deferida na origem”.
Mulher é presa com drogas na genitália
De acordo com a agente de disciplina do Compaj, Luciana da Silva, 34, no procedimento de revista as mulheres ficam nuas, em seguida ficam agachadas e, por fim, sentam no banco detector de metais.
A revista realizada no presídio encontrou a droga com Carla. Foto: João Pedro Figueiredo A revista realizada no presídio encontrou a droga com Carla.
Manaus - Uma mulher foi presa, por volta das 13h deste domingo (19), ao tentar entrar no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no quilômetro 8, da BR-174 (Manaus –Boa Vista), com cerca de meio quilo de droga na genitália.
A droga foi descoberta quando a dona de casa Carla Rosana Campelo de Souza, 27, teve que passar pela sala de revista da unidade penitenciária. A suspeita foi encaminhada ao 15° Distrito Integrado de Polícia (15°DIP).
De acordo com a agente de disciplina do Compaj, Luciana da Silva, 34, no procedimento de revista as mulheres ficam nuas, em seguida ficam agachadas e, por fim, sentam no banco detector de metais.
“A droga estava enrolada em papel alumínio, o que acionou o detector de metais”, contou a agente. Ela afirmou, ainda, que a dona de casa tinha duas porções de entorpecentes na genitália, uma de maconha e outra de pasta-base de cocaína, além de R$ 50.
Segundo o delegado plantonista do 15° DIP, José Campelo, Carla foi autuada em flagrante por tráfico de entorpecentes e hoje será levada para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal, no Centro.
A revista realizada no presídio encontrou a droga com Carla. Foto: João Pedro Figueiredo A revista realizada no presídio encontrou a droga com Carla.
Manaus - Uma mulher foi presa, por volta das 13h deste domingo (19), ao tentar entrar no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no quilômetro 8, da BR-174 (Manaus –Boa Vista), com cerca de meio quilo de droga na genitália.
A droga foi descoberta quando a dona de casa Carla Rosana Campelo de Souza, 27, teve que passar pela sala de revista da unidade penitenciária. A suspeita foi encaminhada ao 15° Distrito Integrado de Polícia (15°DIP).
De acordo com a agente de disciplina do Compaj, Luciana da Silva, 34, no procedimento de revista as mulheres ficam nuas, em seguida ficam agachadas e, por fim, sentam no banco detector de metais.
“A droga estava enrolada em papel alumínio, o que acionou o detector de metais”, contou a agente. Ela afirmou, ainda, que a dona de casa tinha duas porções de entorpecentes na genitália, uma de maconha e outra de pasta-base de cocaína, além de R$ 50.
Segundo o delegado plantonista do 15° DIP, José Campelo, Carla foi autuada em flagrante por tráfico de entorpecentes e hoje será levada para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal, no Centro.
Chuva forte causa alagamento de ruas e transborda igarapés em Manaus
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) informou que o mês de dezembro é geralmente marcado por chuvas, mas não com a forte intensidade da precipitação de ontem.
Manaus - A forte chuva que atingiu a cidade ontem à tarde provocou alagações, desmoronamentos de barrancos e destalhamentos. De acordo com a Divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), até as 17h, o volume da chuva alcançou 113 milímetros, quase metade do esperado para todo o mês de dezembro, 219 milímetros.
A Defesa Civil do Município atendeu 94 chamados e o Corpo de Bombeiros, 51. No Beco São José, bairro Petrópolis, zona sul, parte de um muro desabou sobre duas casas e atingiu três postes de iluminação. Ninguém ficou ferido.
A agente de saúde Fátima da Silva Viana, 53, contou que a sogra e a cunhada dela estavam em uma das casas atingidas, mas conseguiram sair sem ferimentos.
Segundo o cabo do Corpo de Bombeiros, Rivelino Nogueira de Aguiar, outras três casas estão comprometidas porque a outra parte do muro ainda corre o risco de desabar.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, dez casas ficaram alagadas após o transbordamento de um igarapé em rip rap entre as ruas Adalberto Vale e 31 de Março, na Betânia, zona sul.
Outro transbordamento ocorreu no Igarapé do Passarinho, na zona norte. De acordo com chefe da Divisão e Resposta da Defesa Civil, tenente Lopes Marinho, hoje serão realizadas vistorias em bueiros das ruas onde houve alagações para constatar possíveis entupimentos.
Dos 51 chamados recebidos pelo Corpo de Bombeiros, 30 foram relacionados a alagações, oito tombamentos de árvores, um acidente de trânsito, 12 desabamentos de muros, barrancos e residências e um incêndio de veículo.
A Defesa Civil atendeu 56 chamadas de alagações, dez desabamentos de muros, 16 deslizamentos de barrancos, sete destelhamentos de casas, além de uma casa em risco de desabamento, entre outros.
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) informou que o mês de dezembro é geralmente marcado por chuvas, mas não com a forte intensidade da precipitação de ontem. Segundo o site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até o próximo domingo, 26, a previsão do tempo é de mais pancadas de chuva em Manaus, com temperaturas variando entre 22 e 36 graus centígrados.
Manaus - A forte chuva que atingiu a cidade ontem à tarde provocou alagações, desmoronamentos de barrancos e destalhamentos. De acordo com a Divisão de Meteorologia do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), até as 17h, o volume da chuva alcançou 113 milímetros, quase metade do esperado para todo o mês de dezembro, 219 milímetros.
A Defesa Civil do Município atendeu 94 chamados e o Corpo de Bombeiros, 51. No Beco São José, bairro Petrópolis, zona sul, parte de um muro desabou sobre duas casas e atingiu três postes de iluminação. Ninguém ficou ferido.
A agente de saúde Fátima da Silva Viana, 53, contou que a sogra e a cunhada dela estavam em uma das casas atingidas, mas conseguiram sair sem ferimentos.
Segundo o cabo do Corpo de Bombeiros, Rivelino Nogueira de Aguiar, outras três casas estão comprometidas porque a outra parte do muro ainda corre o risco de desabar.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, dez casas ficaram alagadas após o transbordamento de um igarapé em rip rap entre as ruas Adalberto Vale e 31 de Março, na Betânia, zona sul.
Outro transbordamento ocorreu no Igarapé do Passarinho, na zona norte. De acordo com chefe da Divisão e Resposta da Defesa Civil, tenente Lopes Marinho, hoje serão realizadas vistorias em bueiros das ruas onde houve alagações para constatar possíveis entupimentos.
Dos 51 chamados recebidos pelo Corpo de Bombeiros, 30 foram relacionados a alagações, oito tombamentos de árvores, um acidente de trânsito, 12 desabamentos de muros, barrancos e residências e um incêndio de veículo.
A Defesa Civil atendeu 56 chamadas de alagações, dez desabamentos de muros, 16 deslizamentos de barrancos, sete destelhamentos de casas, além de uma casa em risco de desabamento, entre outros.
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) informou que o mês de dezembro é geralmente marcado por chuvas, mas não com a forte intensidade da precipitação de ontem. Segundo o site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até o próximo domingo, 26, a previsão do tempo é de mais pancadas de chuva em Manaus, com temperaturas variando entre 22 e 36 graus centígrados.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Mudança climática pode provocar 1 milhão de morte a parti de 2030.
Estudo diz que os prejuízos vão atingir US$ 157 bilhões anuais.
Em menos 20 anos, quase todos os países perceberão o impacto do clima.
Em menos 20 anos, quase todos os países perceberão o impacto do clima.
Da France Presse
A partir de 2030, a mudança climática causará indiretamente cerca de um milhão de mortes por ano, trazendo, também, prejuízos anuais de US$ 157 bilhões, segundo informe divulgado em Cancún, México.
A miséria se concentrará em mais de 50 dos países mais pobres do planeta, mas os Estados Unidos vão pagar o maior preço econômico, diz o estudo.
“Em menos de 20 anos, quase todos os países do mundo perceberão sua alta vulnerabilidade ante o impacto do clima, à medida que o planeta se aqueça”, advertiu o relatório apresentado na conferência da ONU sobre o clima celebrada em Cancún, leste do México.
O estudo, compilado por uma organização humanitária de países vulneráveis a mudanças climáticas, avaliou a forma como 184 nações serão afetadas em quatro áreas: saúde, desastres climáticos, perda do hábitat humano devido à desertificação e à elevação do nível do mar, além do estresse econômico.
Os que enfrentam “aguda” exposição são 54 países pobres ou muito pobres, incluindo a Índia. São os que sofrerão desproporcionadamente em relação a outros, porque são os últimos culpados pela emissão de gases de efeito estufa que provocam as mudanças, diz o informe.
“Se não houver ações corretivas”, diz uma nota à imprensa, que acompanha o estudo, o mundo “se dirigirá a uma triste situação”.
Mais da metade dos US$ 157 bilhões em perdas - em termos da economia atual - terá lugar nas potências industrializadas, encabeçadas por EUA, Japão e Alemanha. Mas em termos de custo para o PBI, a proporção será muito menor nestas nações.
O documento foi divulgado por DARA, uma ONG com sede em Madri, e o fórum climático vulnerável, uma coalizão de ilhas-nação e outros países mais expostos à mudança climática.
As delegações de mais de 190 nações estão reunidas em Cancún desde 29 de novembro e até 10 de dezembro com o objetivo de reavivar a negociação internacional sobre a luta contra a mudança climática.
A miséria se concentrará em mais de 50 dos países mais pobres do planeta, mas os Estados Unidos vão pagar o maior preço econômico, diz o estudo.
“Em menos de 20 anos, quase todos os países do mundo perceberão sua alta vulnerabilidade ante o impacto do clima, à medida que o planeta se aqueça”, advertiu o relatório apresentado na conferência da ONU sobre o clima celebrada em Cancún, leste do México.
O estudo, compilado por uma organização humanitária de países vulneráveis a mudanças climáticas, avaliou a forma como 184 nações serão afetadas em quatro áreas: saúde, desastres climáticos, perda do hábitat humano devido à desertificação e à elevação do nível do mar, além do estresse econômico.
Os que enfrentam “aguda” exposição são 54 países pobres ou muito pobres, incluindo a Índia. São os que sofrerão desproporcionadamente em relação a outros, porque são os últimos culpados pela emissão de gases de efeito estufa que provocam as mudanças, diz o informe.
“Se não houver ações corretivas”, diz uma nota à imprensa, que acompanha o estudo, o mundo “se dirigirá a uma triste situação”.
Mais da metade dos US$ 157 bilhões em perdas - em termos da economia atual - terá lugar nas potências industrializadas, encabeçadas por EUA, Japão e Alemanha. Mas em termos de custo para o PBI, a proporção será muito menor nestas nações.
O documento foi divulgado por DARA, uma ONG com sede em Madri, e o fórum climático vulnerável, uma coalizão de ilhas-nação e outros países mais expostos à mudança climática.
As delegações de mais de 190 nações estão reunidas em Cancún desde 29 de novembro e até 10 de dezembro com o objetivo de reavivar a negociação internacional sobre a luta contra a mudança climática.
Amazonense perde em sua estreia no UFC
O lutador que foi criado no bairro Japiim levou um golpe devastador logo no início do combate e apagou de forma assustadora
[ i ] Fredson perdeu logo no início da luta Foto: Divulgação/ UFC
O amazonense Fredson Paixão estreou neste sábado (4) no Ultimate Fighting Championship (UFC) com derrota. Ele levou uma joelhada devastadora logo no início da luta e acabou nocauteado em 51 segundos pelo americano Pablo Garza, que ao final da luta disse ter agido por instinto para conseguir o resultado.
Fredson fez a primeira luta preliminar da noite, que foi dedicada à decisão do ‘The Ultimate Fifther’, o reality show do UFC que lança novos lutadores ao octógono. O amazonense não participou do show, mas foi convidado para lutar por ser o novo contratado da organização. Anteriormente, ele participava do World Extreme Cagefighting (WEC), categoria que foi extinta ao ser comprada pelo UFC.
Fredson entrou no octógono com semblante tranqüilo e esbanjando confiança, mas não conseguiu calcular bem a distância para o adversário, que por ser mais alto levava vantagem em termos de alcance dos golpes. Logo no início Garza tentou um chute alto, bem defendido pelo amazonense de Parintins. Depois disso, o americano ficou esperando uma oportunidade e em um vacilo de Fredson aplicou uma joelhada voadora que nocauteatou o brasileiro de forma instantânea. Fim de combate com menos de um minuto.
Enquanto o americano vibrava, o amazonense continuava no chão. Ele precisou ser atendido pelos médicos, que chegaram a colocar um colete cervical no amazonense temendo uma lesão na coluna cervical do lutador. Os sites de luta americanos chegaram a definir a situação como “assustadora”, pois Fredson ficou aproximadamente dez minutos sem ação.
“Eu olhei para cima e estava feito. Foi instinto, acho. Respeito muito o chão, mas nem tenho como dizer o quanto o jiu-jítsu dele é bom. O plano foi se mover e esperar a chance”, disse o americano ao final do combate.
Com a derrota, Fredson agora terá pelo menos mais uma chance de provar ao presidente do UFC, Dana White, que pode ser campeão da organização. Geralmente, lutadores novos fazem três lutas. Caso não mostrem potencial, acabam demitidos.
Fredson fez a primeira luta preliminar da noite, que foi dedicada à decisão do ‘The Ultimate Fifther’, o reality show do UFC que lança novos lutadores ao octógono. O amazonense não participou do show, mas foi convidado para lutar por ser o novo contratado da organização. Anteriormente, ele participava do World Extreme Cagefighting (WEC), categoria que foi extinta ao ser comprada pelo UFC.
Fredson entrou no octógono com semblante tranqüilo e esbanjando confiança, mas não conseguiu calcular bem a distância para o adversário, que por ser mais alto levava vantagem em termos de alcance dos golpes. Logo no início Garza tentou um chute alto, bem defendido pelo amazonense de Parintins. Depois disso, o americano ficou esperando uma oportunidade e em um vacilo de Fredson aplicou uma joelhada voadora que nocauteatou o brasileiro de forma instantânea. Fim de combate com menos de um minuto.
Enquanto o americano vibrava, o amazonense continuava no chão. Ele precisou ser atendido pelos médicos, que chegaram a colocar um colete cervical no amazonense temendo uma lesão na coluna cervical do lutador. Os sites de luta americanos chegaram a definir a situação como “assustadora”, pois Fredson ficou aproximadamente dez minutos sem ação.
“Eu olhei para cima e estava feito. Foi instinto, acho. Respeito muito o chão, mas nem tenho como dizer o quanto o jiu-jítsu dele é bom. O plano foi se mover e esperar a chance”, disse o americano ao final do combate.
Com a derrota, Fredson agora terá pelo menos mais uma chance de provar ao presidente do UFC, Dana White, que pode ser campeão da organização. Geralmente, lutadores novos fazem três lutas. Caso não mostrem potencial, acabam demitidos.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Manaus tem menos de 1% das obras executadas em aeroporto, diz CGU
29 de novembro de 2010
Com informações do Portal Contas Abertas.
MANAUS- Levantamento da Controladoria-Geral da União (CGU) disponíveis no Portal da Transparência apontam que 0,1% das obras do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes no Amazonas já foram executadas para as obras da Copa do Mundo de 2014, onde Manaus será uma das sedes do evento esportivo. Em todo o Brasil, os dados apontam a execução de apenas 0,9% dos valores disponíveis para os contratos em aeroportos das 12 cidades-sedes da Copa. Os dados são referentes até o mês de setembro.
A estatística foi realizada nove meses depois de estados e municípios terem firmado com o governo federal a Matriz de Responsabilidades para obras públicas visando à realização da Copa. Dos quase R$ 5,6 bilhões que o Governo Federal colocou à disposição da Infraero para a melhoria ou ampliação dos aeroportos, apenas R$ 193 milhões estão comprometidos com contratos e, destes, somente R$ 49,3 milhões foram gastos efetivamente.
Em Manaus, há pelo menos dois anos a Infraero promete reformar e ampliar o terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. O investimento previsto é de R$ 326,4 milhões. De acordo com a estatal em Brasília, o início das obras estão previstas para fevereiro de 2011 com término para fevereiro de 2014. O projeto prevê a ampliação da capacidade atual e passageiros de 2,5 milhões/ano para 5 milhões/ano, em um terminal com área de 80 mil metros quadrados, contraa os atuais 43,6 mil metros quadrados.
Segundo o gráfico do CGU, o melhor desempenho é do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, com duas frentes de trabalho iniciadas em setembro de 2009: reforma do Terminal de Passageiros e conclusão e reforma do terminal de passageiros 2. Para estas obras estão previstos R$ 687,3 milhões, sendo que R$ 108,1 milhões já estão contratados e R$ 42,3 milhões foram executados.
Das 12 cidades sedes com projetos da Infraero, três ainda não tiveram qualquer tipo de execução, pois nenhuma contratação para os serviços foi realizada: Porto Alegre, com investimentos previstos de R$ 345,8 milhões, Cuiabá, R$ 87,5 milhões e Salvador, R$ 45,1 milhões.
Aeroporto entre os piores da Copa
De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado em junho deste ano, o Aeroporto Eduardo Gomes é um dos priores terminais de carga e passageiros das cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.
Segundo o Ipea, o aeroporto tem capacidade de atender a nove pedidos de pouso ou decolagem nos horários de pico, mas recebe 17 pedidos de pouso e decolagem, praticamente o dobro do limite. O estudo indicava uma série de medidas que podem resolver o problema de infraestrutura nos aeroportos brasileitos.
Um dos pontos abordados pelo Ipea para resolver o problema diz respeito a abertura de capital da Infraero, a empresa pública que controla os aeroportos, ou a concessão dos aeroportos mais lucrativos à iniciativa privada. A ampliação de terminais e construção de novos aeroportos por meio de parcerias público-privadas também foi levantada. (VB)
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Tornado em manaus. / Novidade ou um fator comum?
Os tornados são comuns na floresta amazônica, porem nunca foi documentado a destruição em massa que a mesma pode ocasionar.
Este vídeo amador mostra a força do vento que atingiu principalmente a região centro-oeste e oeste de Manaus.
Esse vídeo aqui em baixo, mostra que os tornados são comuns em manaus, porem enfatiza que em 2005 os ventos chegaram a 140 km/h, o que pode ser considerado até como um tornado de nível médio.
Isso repercutiu até em rede nacional, quando foi notificado o tornado e relatado no jornal nacional, da emissora rede globo de televisão.
Este vídeo amador mostra a força do vento que atingiu principalmente a região centro-oeste e oeste de Manaus.
Esse vídeo aqui em baixo, mostra que os tornados são comuns em manaus, porem enfatiza que em 2005 os ventos chegaram a 140 km/h, o que pode ser considerado até como um tornado de nível médio.
Isso repercutiu até em rede nacional, quando foi notificado o tornado e relatado no jornal nacional, da emissora rede globo de televisão.
Carro pega fogo em posto de gasolina no bairro Redenção.
Manaus - Uma Kombi de placa JWY- 7437 foi destruída pelo fogo logo após ter abastecido em um posto de gasolina Texaco, entre as ruas Gurupi e 15 de Outubro, no bairro da Redenção, zona centro-oeste de Manaus.
É a segunda vez que o mesmo veiculo sofre esse acidente e no mesmo posto de gasolina. De acordo com o proprietário da Kombi, o autônomo José Aparecido, 45, o veiculo possuía o tanque muito próximo do motor, e por esse detalhe era propenso a se incendiar.
“Eu sempre peço do frentista para não completar o tanque. Porque eu sabia que isso poderia acontecer se fosse colocado muito combustível. Pedi pra ele não encher demais, ele não me atendeu e acabou acontecendo de novo, dessa vez com perda total”, disse Aparecido.
Uma viatura do corpo de bombeiros chegou ao local pouco depois do inicio do incidente e conseguiu controlar o fogo. O gerente do posto, José Gentil Lopes Neves, 33, disse que os bombeiros interditaram apenas a parte elétrica e a bomba próximo ao incêndio, as outras duas poderão manter a rotina de trabalho.
É a segunda vez que o mesmo veiculo sofre esse acidente e no mesmo posto de gasolina. De acordo com o proprietário da Kombi, o autônomo José Aparecido, 45, o veiculo possuía o tanque muito próximo do motor, e por esse detalhe era propenso a se incendiar.
“Eu sempre peço do frentista para não completar o tanque. Porque eu sabia que isso poderia acontecer se fosse colocado muito combustível. Pedi pra ele não encher demais, ele não me atendeu e acabou acontecendo de novo, dessa vez com perda total”, disse Aparecido.
Uma viatura do corpo de bombeiros chegou ao local pouco depois do inicio do incidente e conseguiu controlar o fogo. O gerente do posto, José Gentil Lopes Neves, 33, disse que os bombeiros interditaram apenas a parte elétrica e a bomba próximo ao incêndio, as outras duas poderão manter a rotina de trabalho.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Chega ao fim com quatro mortos a rebelião no Centro
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio Raimundo Vidal Pessoa, em Manaus. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
[ i ] Presos que não participaram da rebelião foram separados dos demais. Foto: Portal D24AM
Manaus - Na tarde desta quarta-feira, às 17h20, chegou ao fim a rebelião no presídio Raimundo Vidal Pessoa, em Manaus. Os cinco reféns que ainda estavam em poder dos detentos foram libertos e a polícia entrou na cadeia para organizar o local. Quatro pessoas morreram durante a rebelião.
Comissão negociou o fim da rebelião
Uma comissão formada por membros da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Tribunal de Justiça (TJ), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Ministério Público Estadual (MPE) anunciou que os detentos aceitaram iniciar o processo para por fim a rebelião no presídio Raimundo Vidal Pessoa.
De acordo com a nota da comissão, ficou acertado que os pedidos feitos pelos detentos serão atendidos. Eles pedem: revisão processual, melhoria na alimentação, melhorias na estrutura da prisão, fim da superlotação, revisão da conduta dos policiais no trato com os detentos e familiares e assessoria periódicas de advogados para revisão de processos.
Uma equipe da Delegacia de Homicídios e Seqüestro entrou no presídio ainda pouco para manter o clima de tranqüilidade. Outra equipe do Batalhão de Choque da Policia Militar está de prontidão na entrada da presídio aguardando para entrar e organizar os detentos.
Foi informado pela Policia Militar que o “xerife Rivas” foi assassinado e teve o corpo queimado pelos rebelados. Rivas era tido como um dos mais perigosos presidiários e não tinha bom relacionamento com os demais presos.
Refém ganha liberdade
Tereza Mendes, que estava sendo mantida como refém, foi liberada há poucos minutos após a polícia aceitar as exigências dos rebelados em reestabelecer o fornecimento de água e energia elétrica.
Os outros cinco reféns continuam presos no pavilhão C do presídio. A policia militar divulgou que identificou como “Jonis” um dos detentos mortos pelos rebelados no inicio da manhã.
Os 326 detentos rebelados exigem a troca do atual diretor Frank Bezerra, melhora nas condições dentro do presídio, revisão dos processos e o fim da superlotação como condições para por fim a rebelião.
Quatro mortes
Confirmadas quatro mortes em rebelião na penitenciária Raimundo Vidal Pessoa, na Avenida 7 de Setembro, no Centro de Manaus. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), quatro pessoas morreram no local e ainda há seis reféns. Dois mortos foram identificados como Francinaldo e Rivelino Queiroz Albuquerque, conhecido como “Rivas”. Os reféns são estagiários do serviço social em atividade no presídio.
Três dos seis reféns foram identificados: Tereza Mendes, Joel Cabral e Robeano Maximino. Outros três foram identificados apenas com o primeiro nome: Tatiana, Fábio e Consuelo.
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
Os detentos reclamam de superlotação na unidade. Segundo o diretor do presídio, Frank Bezerra, o local tem capacidade para 104 detentos, mas hoje recebe 828.
O principal conflito na rebelião na cadeia pública Raimundo Vidal Pesoa é entre os presos da Ala D com os da Ala C.
Um agente penitenciário – que pediu para não ter o nome revelado -, disse que só havia três pessoas responsáveis pela guarda dos presos na manhã desta quarta-feira. No local, há em torno de 800 presos. Mas a capacidade é de cerca 400 detentos.
Várias viaturas, um helicóptero e equipes da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e Batalhão de Resposta Rápida, Apoio e Intervenção Operacional (Raio) estão no local.
Do lado de fora, é possível ver fumaça saindo de dentro da instituição.
São mantidos reféns quatro homens e uma mulher, todos agentes sociais da Secretaria de Estado Justiça (Sejus). Os presos cobram a presença de membros do Tribunal de Justiça do Amazonas para dar prosseguimento as negociações.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Cai liminar que suspendia Enem
O desembargador destacou a possibilidade de elevado prejuízo – no valor de R$ 180 milhões – aos cofres públicos, decorrente da contratação da logística necessária para a realização de novas provas.
Brasília - O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, derrubou nesta sexta (11), a liminar que suspendia o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O magistrado atendeu a um pedido feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na decisão, ele ressaltou que a suspensão de um certame envolvendo mais de 3 milhões de estudantes traria transtornos aos organizadores e aos candidatos de todo o Brasil.
Faria lembrou que a alteração do cronograma do Enem – em razão da suspensão – iria repercutir na realização dos vestibulares promovidos por instituições de ensino superior, uma vez que muitas utilizam as notas do exame para classificar candidatos.
Por fim, o desembargador destacou a possibilidade de elevado prejuízo – no valor de R$ 180 milhões – aos cofres públicos, decorrente da contratação da logística necessária para a realização de novas provas.
O Enem havia sido suspenso na última segunda-feira (8), em todo o país, depois de uma decisão da Justiça Federal do Ceará. A juíza Karla de Almeida Miranda Maia avaliou que a realização de uma nova prova apenas para candidatos que se consideram prejudicados poderia beneficiar o grupo de estudantes.
Também haviam sido suspensas a divulgação do gabarito e a criação de um site, por parte do Ministério da Educação, para receber reclamações de candidatos.
O Enem foi aplicado no último fim de semana a cerca de 3,5 milhões de estudantes. No sábado (6), um lote de 21 mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões aplicadas.
O magistrado atendeu a um pedido feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na decisão, ele ressaltou que a suspensão de um certame envolvendo mais de 3 milhões de estudantes traria transtornos aos organizadores e aos candidatos de todo o Brasil.
Faria lembrou que a alteração do cronograma do Enem – em razão da suspensão – iria repercutir na realização dos vestibulares promovidos por instituições de ensino superior, uma vez que muitas utilizam as notas do exame para classificar candidatos.
Por fim, o desembargador destacou a possibilidade de elevado prejuízo – no valor de R$ 180 milhões – aos cofres públicos, decorrente da contratação da logística necessária para a realização de novas provas.
O Enem havia sido suspenso na última segunda-feira (8), em todo o país, depois de uma decisão da Justiça Federal do Ceará. A juíza Karla de Almeida Miranda Maia avaliou que a realização de uma nova prova apenas para candidatos que se consideram prejudicados poderia beneficiar o grupo de estudantes.
Também haviam sido suspensas a divulgação do gabarito e a criação de um site, por parte do Ministério da Educação, para receber reclamações de candidatos.
O Enem foi aplicado no último fim de semana a cerca de 3,5 milhões de estudantes. No sábado (6), um lote de 21 mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões aplicadas.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Criação de novos municípios no Amazonas gera polêmica na ALE
Estudiosos e representantes de movimentos sociais questionam motivação política da proposta.
Manaus - Representantes de grupos sociais e estudiosos questionam caráter eleitoreiro da criação de 28 municípios no Amazonas e analisam formas de protesto contra a proposta. Um projeto de lei de autoria do deputado estadual Eron Bezerra (PCdoB) que prevê os novos municípios está em discussão na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) e pode ser votado ainda este ano.
Nesta terça a Comissão de Estudos para a Criação de Novos Municípios da ALE se reuniu com técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), da Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento e do Sistema de Proteção e Vigilância da Amazônia (Sipam), para discutir os dados socioambientais das áreas que poderão ser emancipadas.
Além do deputado Eron Bezerra, fazem parte do grupo de discussão os deputados Adjuto Afonso (PP), Therezinha Ruiz (DEM) e Bosco Saraiva (PRTB). O presidente da Comissão, Belarmino Lins (PMDB), que também preside a Assembleia, não participou da reunião.
O antropólogo e coordenador do Núcleo de Cultura Política do Estado do Amazonas (NCPAM), José Ademir Ramos, classificou o projeto como “monstruoso e surreal”, e disse que vai debater formas de protesto contra a proposta de divisão dos municípios em uma reunião com várias organizações sociais no próximo dia 23, no Centro Pastoral, do qual é coordenador da Comissão Pastoral da Terra. O grupo, formado pelo movimento organizado das mulheres e indígenas, é contra a emancipação das áreas.
Para o professor, o projeto é eleitoreiro e não contempla políticas públicas de desenvolvimento social. Ele questionou a necessidade de criar novos municípios e disse que seria mais vantajoso para a população que os deputados conseguissem garantir que as verbas federais e estaduais fossem aplicadas integralmente em Educação, Saúde e urbanização no interior do Amazonas.
“Esse projeto de lei não tem nexo, porque não discute o desenvolvimento humano, a descentralização do poder da capital, a criação de matriz energética no interior ou oportunidade de negócios nos municípios. Não faz sentido propor uma matéria desta em fim de mandado, curiosamente com a participação de deputados que não foram eleitos”, disse Ramos.
Para a coordenadora do Mestrado em Geografia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Ivani Ferreira de Faria, existem duas motivações políticas que norteiam a elaboração do projeto. A primeira é criar novos cargos para políticos de um mesmo grupo. “É a antiga tática do dividir para governar, para dominar. Quem serão os prefeitos e vereadores dos novos municípios?”, questionou.
A segunda razão, segundo a professora, é a divisão das verbas federais e estaduais destes novos municípios, além da exploração dos recursos naturais das comunidades. “Tem áreas no projeto de emancipação que ficam dentro de reserva indígena, como é o caso de Iauaretê. Isso é proibido por lei”.
O mestrando em Geografia Política na Ufam Maiká Schwade ressaltou que é fundamental analisar a localização de cada uma das 28 comunidades do projeto de emancipação separadamente, antes da aprovação do projeto. “O Distrito de Balbina, que faz parte de Presidente Figueiredo, está muito próximo da mina do Pitinga, que tem grande potencial econômico”.
O deputado Eron Bezerra defende que a emancipação pode melhorar a distribuição de verbas federais nas comunidades afastadas da sede dos municípios. Ele disse que quando foi secretário de Estado de Produção Rural, viu que alguns distritos estão “completamente abandonados” pelo poder público, apesar de terem autonomia suficiente para manter administração própria. “Ninguém mora num Estado ou País. As pessoas residem é nos municípios. É lá que a cidadania começa”.
Segundo Eron, a ALE é procurada semanalmente por grupos comunitários que pedem a emancipação. O deputado afirmou que o objetivo do projeto é exclusivamente melhorar a qualidade de vida das comunidades.
Plebiscito
O Projeto de Lei 136 visa emancipar 28 comunidades dos municípios de Manaus, Humaitá, Borba, Presidente Figueiredo, Tabatinga, Japurá, Parintins, Iranduba, Tefé, Tapauá, Benjamim Constant, Manacapuru, São Gabriel da Cachoeira, Caapiranga, Manicoré e Barcelos.
A Constituição Federal exige a realização de plebiscito no município e na comunidade que pleiteia a emancipação, apresentação de estudo socioambiental e determinação das coordenadas geográficas da área para oficializar um novo município. O IBGE, Seplam e Sipam se responsabilizaram por passar os dados demográficos e geográficos para a Comissão da ALE, até o fim de novembro.
Segundo o deputado Eron Bezerra, o Tribunal Regional Eleitoral no Amazonas (TRE-AM) fará o plebiscito, com recurso da Assembleia. O deputado ressaltou que a criação dos novos municípios pode aumentar o repasse dos recursos o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) no Amazonas.
Mas a criação de municípios implica também gasto de verba pública com a criação de estrutura física e de pessoal para a administração municipal, incluindo câmaras de vereadores e os salários dos parlamentares.
Hoje o governo federal repassa um total de R$ 434 milhões para os 62 municípios amazonenses, por ano. O deputado Adjuto Afonso destacou que os eventuais novos municípios receberão no mínimo R$ 7 milhões de verba federal anualmente. Ele destacou que a emancipação deverá enfrentar protesto dos políticos de outros Estados brasileiros, já que o repasse de mais verba para o Amazonas automaticamente diminuiria o recurso dos municípios fora do Amazonas.
A proposta depende dos dados do IBGE, Seplam e Sipan para ser encaminhada à Comissão de Justiça e Orçamento e Finanças da ALE, antes de entrar em votação no plenário. A proposta institui previsão orçamentária na Casa para realização de plebiscito, em 2011.
Nesta terça a Comissão de Estudos para a Criação de Novos Municípios da ALE se reuniu com técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), da Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento e do Sistema de Proteção e Vigilância da Amazônia (Sipam), para discutir os dados socioambientais das áreas que poderão ser emancipadas.
Além do deputado Eron Bezerra, fazem parte do grupo de discussão os deputados Adjuto Afonso (PP), Therezinha Ruiz (DEM) e Bosco Saraiva (PRTB). O presidente da Comissão, Belarmino Lins (PMDB), que também preside a Assembleia, não participou da reunião.
O antropólogo e coordenador do Núcleo de Cultura Política do Estado do Amazonas (NCPAM), José Ademir Ramos, classificou o projeto como “monstruoso e surreal”, e disse que vai debater formas de protesto contra a proposta de divisão dos municípios em uma reunião com várias organizações sociais no próximo dia 23, no Centro Pastoral, do qual é coordenador da Comissão Pastoral da Terra. O grupo, formado pelo movimento organizado das mulheres e indígenas, é contra a emancipação das áreas.
Para o professor, o projeto é eleitoreiro e não contempla políticas públicas de desenvolvimento social. Ele questionou a necessidade de criar novos municípios e disse que seria mais vantajoso para a população que os deputados conseguissem garantir que as verbas federais e estaduais fossem aplicadas integralmente em Educação, Saúde e urbanização no interior do Amazonas.
“Esse projeto de lei não tem nexo, porque não discute o desenvolvimento humano, a descentralização do poder da capital, a criação de matriz energética no interior ou oportunidade de negócios nos municípios. Não faz sentido propor uma matéria desta em fim de mandado, curiosamente com a participação de deputados que não foram eleitos”, disse Ramos.
Para a coordenadora do Mestrado em Geografia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Ivani Ferreira de Faria, existem duas motivações políticas que norteiam a elaboração do projeto. A primeira é criar novos cargos para políticos de um mesmo grupo. “É a antiga tática do dividir para governar, para dominar. Quem serão os prefeitos e vereadores dos novos municípios?”, questionou.
A segunda razão, segundo a professora, é a divisão das verbas federais e estaduais destes novos municípios, além da exploração dos recursos naturais das comunidades. “Tem áreas no projeto de emancipação que ficam dentro de reserva indígena, como é o caso de Iauaretê. Isso é proibido por lei”.
O mestrando em Geografia Política na Ufam Maiká Schwade ressaltou que é fundamental analisar a localização de cada uma das 28 comunidades do projeto de emancipação separadamente, antes da aprovação do projeto. “O Distrito de Balbina, que faz parte de Presidente Figueiredo, está muito próximo da mina do Pitinga, que tem grande potencial econômico”.
O deputado Eron Bezerra defende que a emancipação pode melhorar a distribuição de verbas federais nas comunidades afastadas da sede dos municípios. Ele disse que quando foi secretário de Estado de Produção Rural, viu que alguns distritos estão “completamente abandonados” pelo poder público, apesar de terem autonomia suficiente para manter administração própria. “Ninguém mora num Estado ou País. As pessoas residem é nos municípios. É lá que a cidadania começa”.
Segundo Eron, a ALE é procurada semanalmente por grupos comunitários que pedem a emancipação. O deputado afirmou que o objetivo do projeto é exclusivamente melhorar a qualidade de vida das comunidades.
Plebiscito
O Projeto de Lei 136 visa emancipar 28 comunidades dos municípios de Manaus, Humaitá, Borba, Presidente Figueiredo, Tabatinga, Japurá, Parintins, Iranduba, Tefé, Tapauá, Benjamim Constant, Manacapuru, São Gabriel da Cachoeira, Caapiranga, Manicoré e Barcelos.
A Constituição Federal exige a realização de plebiscito no município e na comunidade que pleiteia a emancipação, apresentação de estudo socioambiental e determinação das coordenadas geográficas da área para oficializar um novo município. O IBGE, Seplam e Sipam se responsabilizaram por passar os dados demográficos e geográficos para a Comissão da ALE, até o fim de novembro.
Segundo o deputado Eron Bezerra, o Tribunal Regional Eleitoral no Amazonas (TRE-AM) fará o plebiscito, com recurso da Assembleia. O deputado ressaltou que a criação dos novos municípios pode aumentar o repasse dos recursos o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) no Amazonas.
Mas a criação de municípios implica também gasto de verba pública com a criação de estrutura física e de pessoal para a administração municipal, incluindo câmaras de vereadores e os salários dos parlamentares.
Hoje o governo federal repassa um total de R$ 434 milhões para os 62 municípios amazonenses, por ano. O deputado Adjuto Afonso destacou que os eventuais novos municípios receberão no mínimo R$ 7 milhões de verba federal anualmente. Ele destacou que a emancipação deverá enfrentar protesto dos políticos de outros Estados brasileiros, já que o repasse de mais verba para o Amazonas automaticamente diminuiria o recurso dos municípios fora do Amazonas.
A proposta depende dos dados do IBGE, Seplam e Sipan para ser encaminhada à Comissão de Justiça e Orçamento e Finanças da ALE, antes de entrar em votação no plenário. A proposta institui previsão orçamentária na Casa para realização de plebiscito, em 2011.
Presos libertam uma refém em rebelião em Manaus
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio Raimundo Vidal Pessoa. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
[ i ] Presos reclamaram de superlotação. Foto: Jair Araújo
Os outros cinco reféns continuam presos no pavilhão C do presídio. A policia militar divulgou que identificou como “Jonis” um dos detentos mortos pelos rebelados no inicio da manhã.
Os 326 detentos rebelados exigem a troca do atual diretor Frank Bezerra, melhora nas condições dentro do presídio, revisão dos processos e o fim da superlotação como condições para por fim a rebelião.
Quatro mortes
Confirmadas quatro mortes em rebelião na penitenciária Raimundo Vidal Pessoa, na Avenida 7 de Setembro, no Centro de Manaus. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), quatro pessoas morreram no local e ainda há seis reféns. Dois mortos foram identificados como Francinaldo e Rivas. Os reféns são estagiários do serviço social em atividade no presídio.
Três dos seis reféns foram identificados: Tereza Mendes, Joel Cabral e Robeano Maximino. Outros três foram identificados apenas com o primeiro nome: Tatiana, Fábio e Consuelo.
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
Os detentos reclamam de superlotação na unidade. Segundo o diretor do presídio, Frank Bezerra, o local tem capacidade para 104 detentos, mas hoje recebe 828.
O principal conflito na rebelião na cadeia pública Raimundo Vidal Pesoa é entre os presos da Ala D com os da Ala C.
Um agente penitenciário – que pediu para não ter o nome revelado -, disse que só havia três pessoas responsáveis pela guarda dos presos na manhã desta quarta-feira. No local, há em torno de 800 presos. Mas a capacidade é de cerca 400 detentos.
Várias viaturas, um helicóptero e equipes da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e Batalhão de Resposta Rápida, Apoio e Intervenção Operacional (Raio) estão no local.
Do lado de fora, é possível ver fumaça saindo de dentro da instituição.
São mantidos reféns quatro homens e uma mulher, todos agentes sociais da Secretaria de Estado Justiça (Sejus). Os presos cobram a presença de membros do Tribunal de Justiça do Amazonas para dar prosseguimento as negociações.
Quatro mortes em rebelião no presídio em Manaus
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio Raimundo Vidal Pessoa. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
[ i ] Presos reclamaram de superlotação. Foto: João Pedro Figueiredo
Manaus - Confirmadas quatro mortes em rebelião na penitenciária Raimundo Vidal Pessoa, na Avenida 7 de Setembro, no Centro de Manaus. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), quatro pessoas morreram no local e ainda há seis reféns. Dois mortos foram identificados como Francinaldo e Rivas. Os reféns são estagiários do serviço social em atividade no presídio.
Três dos seis reféns foram identificados: Tereza Mendes, Joel Cabral e Robeano Maximino. Outros três foram identificados apenas com o primeiro nome: Tatiana, Fábio e Consuelo.
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
Os detentos reclamam de superlotação na unidade. Segundo o diretor do presídio, Frank Bezerra, o local tem capacidade para 104 detentos, mas hoje recebe 828.
O principal conflito na rebelião na cadeia pública Raimundo Vidal Pesoa é entre os presos da Ala D com os da Ala C.
Um agente penitenciário – que pediu para não ter o nome revelado -, disse que só havia três pessoas responsáveis pela guarda dos presos na manhã desta quarta-feira. No local, há em torno de 800 presos. Mas a capacidade é de cerca 400 detentos.
Várias viaturas, um helicóptero e equipes da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e Batalhão de Resposta Rápida, Apoio e Intervenção Operacional (Raio) estão no local.
Do lado de fora, é possível ver fumaça saindo de dentro da instituição.
São mantidos reféns quatro homens e uma mulher, todos agentes sociais da Secretaria de Estado Justiça (Sejus). Os presos cobram a presença de membros do Tribunal de Justiça do Amazonas para dar prosseguimento as negociações.
Três dos seis reféns foram identificados: Tereza Mendes, Joel Cabral e Robeano Maximino. Outros três foram identificados apenas com o primeiro nome: Tatiana, Fábio e Consuelo.
A rebelião iniciou às 10h20 na Ala D do presídio. Segundo a polícia, alguns presos tentaram fugir do local na hora da chuva.
Os detentos reclamam de superlotação na unidade. Segundo o diretor do presídio, Frank Bezerra, o local tem capacidade para 104 detentos, mas hoje recebe 828.
O principal conflito na rebelião na cadeia pública Raimundo Vidal Pesoa é entre os presos da Ala D com os da Ala C.
Um agente penitenciário – que pediu para não ter o nome revelado -, disse que só havia três pessoas responsáveis pela guarda dos presos na manhã desta quarta-feira. No local, há em torno de 800 presos. Mas a capacidade é de cerca 400 detentos.
Várias viaturas, um helicóptero e equipes da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e Batalhão de Resposta Rápida, Apoio e Intervenção Operacional (Raio) estão no local.
Do lado de fora, é possível ver fumaça saindo de dentro da instituição.
São mantidos reféns quatro homens e uma mulher, todos agentes sociais da Secretaria de Estado Justiça (Sejus). Os presos cobram a presença de membros do Tribunal de Justiça do Amazonas para dar prosseguimento as negociações.
Haverá novas provas se for necessário, diz Lula sobre Enem
Declaração foi dada antes de viagem de Moçambique para a Coreia do Sul.
Exame teve problemas no fim de semana e está suspenso pela Justiça.
Do G1, em São Paulo, com informações da Agência Estado e da Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender nesta quarta-feira (10) a existência e a importância do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e disse que, se for necessário, haverá novas provas para garantir a avaliação.
O presidente disse que a Polícia Federal vai investigar para saber o que ocorreu efetivamente. “Se for necessário fazer uma prova, faremos; se forem necessárias duas, faremos. Mas o Enem vai continuar a ser fortalecido. É isso.”
O Enem 2010 foi aplicado neste fim de semana, em todo o país. No sábado (6), estudantes reclamaram de erros na impressão da folha de respostas e da prova amarela.
"Se tem problema no Enem vai ser consertado. Damos duas garantias para os estudantes: que vamos investigar o que aconteceu e que nenhum jovem vai deixar de entrar na universidade por causa de problema com o Enem", disse.
A declaração do presidente foi dada pouco antes de ele embarcar de Moçambique, na África, para a Coreia do Sul, onde participará da reunião do G-20 (grupo dos 20 países mais ricos e influentes do mundo). O exame foi aplicado no último fim de semana a 3,3 milhões de estudantes.
Na passagem por Moçambique, Lula elogiou o exame na seguda-feira (8). "O sucesso do Enem foi total e absoluto", afirmou. Sobre eventuais falhas na aplicação do Exame, ele disse que não houve "nada que tenha causado nenhum problema no resultado e na prova".
Na segunda-feira, Lula afirmou ainda: "Eu acho que não afeta [a imagem da prova]. Tem muita gente que quer que afete, porque até hoje tem gente que não se conforma com o Enem, mas, de qualquer forma, ele [o Enem] provou que é extraordinariamente bem-sucedido", afirmou.
Falhas
A prova de sábado foi marcada por erros de impressão no cabeçalho da folha de respostas e em parte do caderno de perguntas da cor amarela. O problema levou a juíza da 7ª Vara Federal no Ceará, Karla de Almeida Miranda Maia, a suspender o exame, em caráter liminar, até o julgamento do pedido de anulação do Enem protocolado pelo Ministério Público Federal do Estado (MPF-CE).
Nesta terça-feira, a magistrada também impediu a divulgação dos gabaritos das provas. O Ministério da Educação informou que abriria uma página na internet, nesta quarta-feira, para receber reclamações de estudantes prejudicados com o problema da folha de respostas. A abertura desta página também foi proibida pela Justiça.
Em relação à prova amarela, a estimativa é que cerca de 2 mil estudantes fizeram a prova que apresentava questões repetidas, sequência numérica errada e até algumas questões de um outro modelo aplicado, a prova branca. O ministério havia informado que avaliava a possibilidade de realizar um novo exame para esse grupo de alunos.
A juíza Karla de Almeida Miranda Maia, entretanto, entendeu que a nova prova pode beneficiar alguns estudantes. "A disponibilização de requerimento àqueles estudantes prejudicados pela prova correspondente ao caderno amarelo, e a intenção de realizar provas apenas para os que reclamarem administrativamente não resolve o problema. Novas provas poriam em desigualdade todos os candidatos remanescentes. Do mesmo modo, novas provas não solucionaram o problema da segurança na aplicação do exame", diz trecho da liminar.
O presidente disse que a Polícia Federal vai investigar para saber o que ocorreu efetivamente. “Se for necessário fazer uma prova, faremos; se forem necessárias duas, faremos. Mas o Enem vai continuar a ser fortalecido. É isso.”
O Enem 2010 foi aplicado neste fim de semana, em todo o país. No sábado (6), estudantes reclamaram de erros na impressão da folha de respostas e da prova amarela.
"Se tem problema no Enem vai ser consertado. Damos duas garantias para os estudantes: que vamos investigar o que aconteceu e que nenhum jovem vai deixar de entrar na universidade por causa de problema com o Enem", disse.
A declaração do presidente foi dada pouco antes de ele embarcar de Moçambique, na África, para a Coreia do Sul, onde participará da reunião do G-20 (grupo dos 20 países mais ricos e influentes do mundo). O exame foi aplicado no último fim de semana a 3,3 milhões de estudantes.
Na passagem por Moçambique, Lula elogiou o exame na seguda-feira (8). "O sucesso do Enem foi total e absoluto", afirmou. Sobre eventuais falhas na aplicação do Exame, ele disse que não houve "nada que tenha causado nenhum problema no resultado e na prova".
Na segunda-feira, Lula afirmou ainda: "Eu acho que não afeta [a imagem da prova]. Tem muita gente que quer que afete, porque até hoje tem gente que não se conforma com o Enem, mas, de qualquer forma, ele [o Enem] provou que é extraordinariamente bem-sucedido", afirmou.
Falhas
A prova de sábado foi marcada por erros de impressão no cabeçalho da folha de respostas e em parte do caderno de perguntas da cor amarela. O problema levou a juíza da 7ª Vara Federal no Ceará, Karla de Almeida Miranda Maia, a suspender o exame, em caráter liminar, até o julgamento do pedido de anulação do Enem protocolado pelo Ministério Público Federal do Estado (MPF-CE).
Nesta terça-feira, a magistrada também impediu a divulgação dos gabaritos das provas. O Ministério da Educação informou que abriria uma página na internet, nesta quarta-feira, para receber reclamações de estudantes prejudicados com o problema da folha de respostas. A abertura desta página também foi proibida pela Justiça.
Em relação à prova amarela, a estimativa é que cerca de 2 mil estudantes fizeram a prova que apresentava questões repetidas, sequência numérica errada e até algumas questões de um outro modelo aplicado, a prova branca. O ministério havia informado que avaliava a possibilidade de realizar um novo exame para esse grupo de alunos.
A juíza Karla de Almeida Miranda Maia, entretanto, entendeu que a nova prova pode beneficiar alguns estudantes. "A disponibilização de requerimento àqueles estudantes prejudicados pela prova correspondente ao caderno amarelo, e a intenção de realizar provas apenas para os que reclamarem administrativamente não resolve o problema. Novas provas poriam em desigualdade todos os candidatos remanescentes. Do mesmo modo, novas provas não solucionaram o problema da segurança na aplicação do exame", diz trecho da liminar.
Salvar o planeta do aquecimento global é desafio de novo jogo de videogame
O administrador do planeta poderá, por exemplo, proibir o desmatamento da floresta amazônica, impor a eletricidade nos transportes públicos na Europa ou generalizar a política do filho único por família em toda a Ásia.
[ i ] Fate of the World é o nome original do jogo. Foto: Reprodução
Oxford - Dirigir um carro de Fórmula 1 ou tocar em uma banda é algo comum para os fãs de videogames. Agora, eles poderão superar um desafio bastante diferente: salvar a Terra dos efeitos do aquecimento global, em um jogo que usa como base dados científicos.
"O jogador pode comandar o planeta durante 200 anos, e pode salvá-lo ou destruí-lo em função das políticas ecológicas, econômicas e sociais aplicadas", resume o criador do jogo, o britânico Gobion Rowlands.
O jogador é nomeado diretor da Organização Internacional Ecológica (OIE), e tem nas mãos "O destino do mundo" (nome do jogo).
O administrador do planeta poderá, por exemplo, proibir o desmatamento da floresta amazônica, impor a eletricidade nos transportes públicos na Europa ou generalizar a política do filho único por família em toda a Ásia.
No entanto, terá que levar em conta todos os parâmetros: se decidir reduzir a natalidade para proteger os recursos naturais, a mão de obra pode escassear, a idade mínima para a aposentadoria pode ser aumentada para 80 anos e a população pode se rebelar contra a organização.
O jogador pode ver o impacto de suas decisões por etapas de cinco anos: o orangotango protegido sai da lista de espécies em extinção, a temperatura da Terra diminui em um grau ou parte da Europa fica inundada, enquanto a guerra causa estragos na África devido às colheitas fracas.
"As pessoas aprenderão sobre o assunto tanto destruindo o mundo como salvando-o", estimou Gobion Rowlands, de 35 anos, que preside a sociedade de videogames Red Redemption.
"O Destino do mundo" foi concebido a partir de projeções científicas, econômicas e demográficas da Nasa, das Nações Unidas e até da Universidade de Oxford.
"O jogo nos permite experimentar o tipo de decisões que poderemos enfrentar em breve, e ver que as respostas não são fáceis", afirmou Myles Allen, especialista em aquecimento global da Universidade de Oxford.
Apesar dos gráficos pouco sofisticados, o jogo pedagógico, que se diferencia dos videogames tradicionais, frequentemente muito violentos, foi bem recebido por organizações de defesa do meio ambiente, que se associaram ao projeto.
Uma versão Beta do jogo já está disponível na Internet, e a definitiva será lançada em inglês no começo de fevereiro.
"O jogador pode comandar o planeta durante 200 anos, e pode salvá-lo ou destruí-lo em função das políticas ecológicas, econômicas e sociais aplicadas", resume o criador do jogo, o britânico Gobion Rowlands.
O jogador é nomeado diretor da Organização Internacional Ecológica (OIE), e tem nas mãos "O destino do mundo" (nome do jogo).
O administrador do planeta poderá, por exemplo, proibir o desmatamento da floresta amazônica, impor a eletricidade nos transportes públicos na Europa ou generalizar a política do filho único por família em toda a Ásia.
No entanto, terá que levar em conta todos os parâmetros: se decidir reduzir a natalidade para proteger os recursos naturais, a mão de obra pode escassear, a idade mínima para a aposentadoria pode ser aumentada para 80 anos e a população pode se rebelar contra a organização.
O jogador pode ver o impacto de suas decisões por etapas de cinco anos: o orangotango protegido sai da lista de espécies em extinção, a temperatura da Terra diminui em um grau ou parte da Europa fica inundada, enquanto a guerra causa estragos na África devido às colheitas fracas.
"As pessoas aprenderão sobre o assunto tanto destruindo o mundo como salvando-o", estimou Gobion Rowlands, de 35 anos, que preside a sociedade de videogames Red Redemption.
"O Destino do mundo" foi concebido a partir de projeções científicas, econômicas e demográficas da Nasa, das Nações Unidas e até da Universidade de Oxford.
"O jogo nos permite experimentar o tipo de decisões que poderemos enfrentar em breve, e ver que as respostas não são fáceis", afirmou Myles Allen, especialista em aquecimento global da Universidade de Oxford.
Apesar dos gráficos pouco sofisticados, o jogo pedagógico, que se diferencia dos videogames tradicionais, frequentemente muito violentos, foi bem recebido por organizações de defesa do meio ambiente, que se associaram ao projeto.
Uma versão Beta do jogo já está disponível na Internet, e a definitiva será lançada em inglês no começo de fevereiro.
Assinar:
Postagens (Atom)