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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Criticas ao prefeito de manaus!

Não é novidade ouvir pelas ruas da cidade de Manaus, críticas sobre o atual prefeito Amazonino Mendes, ou pela má administração ou até mesmo pela sua ignorância com o seu próprio povo. Conhecido no ramo político a muito tempo, mas é nesse seu ultimo mandato que a reprovação do mesmo pelo povo é agravante, quem sabe foi por causa da administração que Manaus passou com o ex-prefeito Serafim Correia,
Que na sua reeleição perdeu por causa das ruas esburacadas (fator que a esquerda usou na campanha eleitoral)... Mas o povo esqueceu que o transporte, viadutos e até mesmo ruas novas eram as principais metas do ex-prefeito, hoje as ruas continuam esburacadas e o pior... O transporte piorou a passagem de ônibus aumentou, e uma das metas do prefeito Amazonino Mendes é acabar com os terminais de ônibus na cidade de Manaus! Incrível como ele atinge apenas o povo que o elegeu, a classe media-baixa e a classe baixa.

Nesse vídeo mostra claramente como ele trata o povo de classe baixa, pessoas que moram em área de risco, e ainda por cima age com ignorância e com preconceito em relação a moradora, que no vídeo diz que veio do Pará.





esse video mostra o respeito que o povo tem com o seu prefeito.


e aqui é o ex-prefeito falando do atual.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Lula deixa para Dilma escolha de novo ministro do Supremo e disputa segue embolada

A aposta geral no Planalto é a de que, na ausência de Lula, quem exercerá maior influência sobre Dilma na sucessão do Supremo será o novo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.
[ i ] Luís Inácio Adams era o favorito a ser indicado ao STF. Foto: Renato Araújo/ ABr Luís Inácio Adams era o favorito a ser indicado ao STF.
Brasília - O presidente Lula vai deixar para sua sucessora, Dilma Rousseff, a prerrogativa de indicar o 11º ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O favorito de Lula para ocupar a vaga era o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, mas Dilma pediu que ele permanecesse no posto. Com isto, o jogo sucessório na Suprema Corte está zerado.
A aposta geral no Planalto é a de que, na ausência de Lula, quem exercerá maior influência sobre Dilma na sucessão do Supremo será o novo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. Também serão ouvidos o futuro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e o ex-ocupante do cargo Márcio Thomaz Bastos.
Um interlocutor de Lula e da presidente eleita avalia que a alternativa de transferir Adams para o STF foi descartada não por falta de qualificação. O primeiro advogado público de carreira a ocupar a chefia da AGU, para a qual foi nomeado em outubro do ano passado, teve sua escolha elogiada inclusive pelo antecessor Gilmar Mendes, que à época presidia o Supremo.
O nome do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, também figurou na lista dos mais cotados para o Supremo, mas ele é alvo de resistências no Planalto e no STF. Também foi lembrado para o posto o criminalista Arnaldo Malheiros. O nome do constitucionalista Luís Roberto Barroso foi outro que apareceu em várias listas de candidatos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A menina que calou o mundo por 5 minutos.



Esse video foi na Eco 92... Respectivamente em 1992 no Brasil, quem diria que uma menina teria tanta lábia para falar aquilo que era óbvio naquela época, quem de vocês que vivenciaram pelomenos a adolecência na época de 90 já tinham ouvido pelomenos falar sobre sustentabilidade???
realmente, nos somos o que fazemos e não o que falamos, pena que não mudou muita coisa de "lá pra cá", Mas fica claro que as futuras gerações de 90 pensavam e muito no futuro.
Foi um tapa na cara de muitos representantes políticos governamentais.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dilma terá condições de 'gastar menos e baixar juros', diz Mantega

Para ele, em 2011 não será preciso 'tantos gastos e estímulos' ao consumo.
Ministro lembrou que meta no ano que vem é superátivit de 3,3% do PIB.

Nathalia Passarinho Do G1, em Seul

Ministro da Fazenda Guido Mantega em SeulMinistro da Fazenda, Guido Mantega. em Seul.
(Foto: Nathalia Passarinho/G1)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira (10), em Seul, capital da Coreia do Sul, que o governo da presidente eleita Dilma Rousseff terá condições de diminuir gastos e baixar a taxa de juros.
Segundo ele, a partir de 2011 não será mais preciso políticas intensas de estímulo ao consumo que resultem na renúncia de receitas. No auge da crise financeira internacional, deflagrada no final de 2008, a equipe econômica do governo baixou ou zerou impostos sobre determinados produtos, como carros e eletrodomésticos.
"A partir de 2011, dá para recuar [nos gastos do governo federal]. A economia já não precisa de tantos gastos e estímulos. É provável que haja redução dos gastos correntes para deixar espaço para investimentos. E haverá condições para baixar os juros", afirmou. Ele ressaltou, no entanto, que agora não é possível promover reduções importantes na taxa selic. "De imediato não dá. Mas a redução dos juros deve ser reconduzida já no próximo ano".

Mantega não quis responder se deve continuar à frente do Ministério da Fazenda no governo de Dilma, mas disse que a presidente eleita precisa cumprir as metas econômicas estabelecidas na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o chamado PAC 2. "Ela deve cumprir rigorasamente o que está no PAC 2. Superávit de 3,3% [em 2011], com zero de déficit nominal e reduzir a relação dívida/PIB para menos de 30% até 2014", afirmou.

O ministro, que está em Seul para participar da reunião do G-20, disse que Dilma participou das discussões sobre as propostas que o Brasil pretende apresentar ao grupo, formado pelos 20 países detentores das maiores economias do mundo. A presidente eleita chegou à capital sul-coreana por volta de 12h40 desta quarta. Ela viajou em um voo comercial ao lado de Mantega e irá participar da cúpula como convidada especial do governo da Coreia do Sul.

"Ela está absolutamente sintonizada. Já recebeu documentos com informações adicionais e está pronta para atuar", disse. O ministro também comentou brevemente sobre o aporte de R$ 2,5 bilhões que o Banco Panamericano irá receber de seu principal controlador, o Grupo Silvio Santos. "Isso deve ser perguntado ao Banco Central, porque é mais da seara do BC, mas o que sei é que houve um problema e por meio de fato relevante o banco comunicou que esse problema foi sanado pelo grupo que colocou dinheiro na holding", disse.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, o Panamericano informou que o objetivo do aporte é “restabelecer o pleno equilíbrio patrimonial e ampliar a liquidez operacional da instituição, de modo a preservar o atual nível de capitalização, em virtude de terem sido constatadas inconsistências contábeis que não permitem que as demonstrações financeiras reflitam a real situação patrimonial da entidade”.